terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Fascículo do Jornal Extra

"Finalmente a espera acabou, ontem foi o inicio para entrega da miniatura do PUMA, promoção feita pelo jornal EXTRA. A troca dos cupons começou de uma maneira organizada e preparada, já estava tudo embalado para os consumidores, que entregavam a cartela após pagar no caixa do supermercado Prezunic a importância anunciada. Junto com a miniatura que veio protegida dentro de um blister era entregue um fascículo contado a história do felino. Na capa e miolo irás reconhecer o meu Puma GTS vermelho, que como falam por aqui 'saiu muito bem na foto'. Saí de lá com a cegonheira lotada (o cavalo mecânico era um Puma 4T), pois não me limitei a compra de um só. Abração, Claude Fondeville"
No texto do fascículo, a história escrita por Jáson Vogel e revisada por Roberto Dutra, está muito bem contada, parabéns. Há apenas dois pequenos erros, um involuntário por falta de divulgação de dados corretos, onde ele fala da produção de 35 Malzoni, na verdade foram 50 unidades, já comprovadas aqui no Puma Classic e confirmadas pelo historiador Carlos Zavataro. Outro erro muito comum de se ver, o primeiro Puma conversível chamou-se GTE Spyder e não GTS, como o autor menciona. O nome GTS só passou a vigorar a partir de 1973. Como historiador Puma, tenho que preservar os dados corretos, para ensinar a verdadeira história Puma. Assim falo, mesmo que seja uma história bem escrita, como a do texto do fascículo, uma coisa rara de se ver. Outro dado mencionado pelo autor: " - Já o cupê GTE virou GTI (que apesar do nome sugestivo, ele não tinha injeção eletrônica...)" Ele fez uma alusão ao nome do Gol GTI (com injeção), que veio muitos anos depois. A razão do nome GTI no Puma, quer dizer Grã Turismo Internacional. Só um dado a mais para completar.

8 comentários:

Dr. JMM disse...

"Xique no úrtimo". Ou como diria "algumas amigas": "Bárbara".

Pumaland disse...

E na última página durante uma exposição do Veteran no Forte Copacabana, os dois P018 dos Predadores (um deles já foi embora)

Cesar Costa disse...

O texto e a revisão foram muito bem feitos por dois ex-alunos, que tiveram o bom-senso de ir tomar cerveja, ao invés de assistir minhas aulas. Certamente por isso estão hoje entre os melhores profissionais do chamado Jornalismo Automotivo.
Estes dois "detalhes sórdidos", que você descobriu, confesso não ter notado. A única "falha" que vi, está na edição, que foi feita por um outro cabra, que não conheço. A legenda da foto onde aparecem o KG-Dacon e o Malzoni, não faz nenhuma referência aos pilotos: Um tal de Emerson Fittipaldi e Norman Casari, que foi o cara que mais fez andar um Malzoni.
Já o Puminha do francês está muito mimoso nas fotos...

Felipe Nicoliello disse...

Dr. Péricles,
Não fiz menção das propriedades dos Puma P-018 por questões éticas, eu não sabia que aprovaria a divulgação. Apesar que todos sabem, fora a meia dúzia de Puma de algumas pessoas, todos os outros bons Puma do Rio são do Predador 1 e Predador 2. Fiquei triste em saber que um deles foi embora, mas é a vida, o importante que passou pela avaliação e destino da CPPR (Company Puma Predation of Rio).

Cesar,
Legal quando a gente vê seu trabalho reconhecido. É assim que se formam verdadeiros profissionais, no bar da esquina! rsrsrs.
Quanto a falta de menção dos grandes pilotos, concordo, mesmo sendo o assunto Puma e não automobilismo, não podemos deixar de enobrecer aqueles que foram nossos maiores pilotos.

Cesar Costa disse...

Daria até uma boa legenda: "Mesmo em um KG-Porsche o bi-campeão de F1, Emerson Fittipaldi, não conseguia andar na frente do Malzoni de Norman Casari".

JasonV disse...

Pô... se o hiperdetalhista Felipe só achou dois erros no fascículo inteiro, acho que fomos aprovados!

Quanto à sigla GTI, creio mesmo que era uma sugestão-quase-enganosa da Puma.

Em 1980, essa designação de três letrinhas já bastante conhecida no Primeiro Mundo (e associada a injeção eletrônica) por causa do Golf GTi Mk1, lançado em 1976.

No mais, parabéns pelo blog da melhor qualidade. Sou fã!

Felipe Nicoliello disse...

Valeu Jason e parabéns pela matéria, gostei muito, ainda bem que vc não assistiu as aulas do Cesar....
Concordo, tinha um pouco de mensagem subliminar descarada para o povo europeu e americano, afinal a grande maioria dos brasileiros só conheciam outro tipo de injeção! Mas isso era "chique no úrtimo" e brasileiro gosta de ser importante. Vamos dar um desconto, afinal a Puma queria muito o "i" e como não tinha injeção, foi só na sigla mesmo!

Anônimo disse...

O 'GTB SI' tem lugar vitalício dentro do DNA Chevrolet:

- "...o primeiro foi lançado sem logo na grade, a Puma até temia alguma 'exigência semiótica'(*) por parte da GM!"

(*)o que nunca ocorreu de fato

(Ronaldo)