quarta-feira, 20 de abril de 2016

Eventos - Águas de Lindóia 2016

Começa a partir de amanhã, 21 de abril de 2016, o 3° Encontro Brasileiro de Autos Antigos - Águas de Lindóia-SP.


Informações Encontro Brasileiro de Autos Antigos - Águas de Lindóia 2016
Contato assessoria de Imprensa: Monica Siciliano (11) 94190 2441 /  Emília Siciliano (11) 98017 8085

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Limpadores de para-brisa Puma (3)

O assunto "Limpadores de para-brisa do Puma" é bem interessante pelas mudanças ocorridas ao longo do tempo, desde o GT Malzoni, com limpadores normais, descanso no lado do passageiro; Puma GT, GTE e GTS com limpadores cruzados; Puma GTE, GTS com limpadores paralelos e por fim a volta dos tradicionais limpadores, mas com descanso no lado do motorista.
Já falamos dos códigos do fabricante:
Falamos também da cor dos braços e palhetas:
E depois das haste e pinos dos limpadores cruzados:
A seguir mostramos o catalogo de peças do concessionário Puma, com desenho, nome e números das peças. Primeiro dos limpadores cruzados, que começou com o Puma GT (DKW) em 1967 e logo depois incorporado no Puma GT 1500 em 1968 e indo até inicio, bem princípio de 1974.
A partir do segundo trimestre - não existe registro preciso, mas sabe-se que apenas as primeiras unidades de 1974 contam com limpadores cruzados - os limpadores passaram a ser paralelos e descansando no lado do motorista, como nos modelos Mercedes SL, que até 1970 eram cruzados e a partir de 1971 passaram a ser paralelos.
A partir da segunda série do GTE, GTS, em março de 1976, a nova carroceria do Puma recebeu limpadores mais tradicionais, com descanso no lado do motorista, bem ao estilo Porsche.



E em 1979, os limpadores passaram a ser na cor preta ante a prateada anterior. O friso da borracha do para-brisa também perdeu o brilho, sendo na cor preta. Esse preto era o preto fosco automotivo.





terça-feira, 29 de março de 2016

Liquidação Brasil - Promotion Brazil

Adeus Amigos!
Com a defasagem cambial, os produtos brasileiros se tornaram atraentes para o mercado externo, incluindo automóveis antigos. Hoje no Brasil, compra-se bem barato, veículos de qualidade, isto é, para quem ganha em dólar ou Euro.
O Puma GTE 1972 amarelo foi para Alemanha e lá vai fazer parte do Puma Club Germany.
 O Puma GT 1968 foi vendido para a França.


 O Puma GTE 1972 foi para os Estado Unidos da América...
 ...Junto com um Bianco.



 Além dos esportivos ícones brasileiros, a famosa Kombi "Corujinha" há algum tempo tem sido embarcada para os Estado Unidos e Holanda. O que achar vai embora.
É bom saber que nossos produtos são desejados por muitas pessoas pelo mundo, mas ao mesmo tempo, estamos ficando sem as relíquias para contar a história.
As duras penas os brasileiros conseguiram manter esses veículos por décadas, mas o país sempre joga contra e não nos deixa outra alternativa se não dar uma frase: "Amigos Adiós".

quarta-feira, 23 de março de 2016

Reportagem Puma Rallye

A reportagem do site  Petrolicious Productions traz a matéria do Roxinho, o Puma GTE 1800 Rallye do meu amigo James Mendonça. Muito interessante a reportagem falando muito bem de um brasileiro! Apenas citaram ser o único conhecido, mas na verdade existem mais dois e eles já apareceu por aqui:
Puma GTE 1973 Rallye e Puma GTE 1972 Rallye.
A dica do link foi do meu amigo Flavio Gomes.

News Puma - Rodas Scorro

A empresa Scorro fabricante de rodas, que foi a marca da moda nos anos 1970 está relançando o modelo Cruz de Malta  ao mercado de clássicos. Uma série limitada. 
Uma pena não ser a Cruz de Malta Puma, mas mostra que é um começo. As empresas encontrarão uma forma viável de entrar nesse filão de mercado dos veículos antigos.
 Esse primeiro passo se deve a roda S-27 que fez tanto sucesso entre os proprietários de Chevrolet Opala e Ford Maverick. Era o para esses veículos destinados, por ter cinco furos....
... Mas seu nome popular originou-se por causa do modelo S-30, com o mesmo tipo de desenho, mas com quatro hastes e quatro furos, logo sendo apelidada de Cruz de Malta. Existia furação para linha VW, Fusca, Puma, etc., além de Chevette e Dogde 1800.
 A Scorro já havia tentado retomar o sucesso da S-27 criando um modelo lembrando as linhas nostálgicas da S-27, com formato atual, aro grande e off set decentralizado.
Esperamos com essa grandiosa atitude da Scorro, que o mercado de rodas para antigos trilhe o sucesso desejado por muitos apaixonados pelas raridades.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Entradas de ar dianteira Puma GT e GTE 1970 a 1972

As entradas de ar dianteiras surgiram no Puma GT (DKW) nas mãos do designer Anisiso Campos, quando reformulou o GT Malzoni. Eram dois filetes verticais, que completavam o charme do novo desenho.
Quando do projeto do Puma GT (VW), Rino Malzoni continuou com as mesmas lanternas dianteiras e as entradas de ar, duas, na mesma posição vertical de seu antecessor. 
No protótipo e nas primeiras unidades, acredita-se que nas dez primeiras, as fendas verticais eram bem próximas as lanternas oriundas do Fissore DKW 1965. 
 Depois a Puma passou mais para o centro, esta sendo posicionada junto a parede divisória do porta-malas, por onde corria a tubulação para levar o ar até o interior do veículo.
 Em 1969, a Puma mudou o formato das entradas de ar, agora na horizontal, com cinco aberturas próximas as lanternas.
 Essas aberturas não eram iguais, sua extensão diminuía nas aberturas inferiores.
 Abaixo uma mostra de entradas de ar em veículos 1969 e 1970, mas todos modelos GT, aqueles sem as entradas de ar próximo ao para-brisa de canto quadrado.


Interessante notar, que as carrocerias não eram laminadas com essas aberturas, elas eram instaladas posteriormente. A marcação do furo das lanternas existia, pois há um degrau para encaixe.
 Com o lançamento do Puma GTE em 1970, essas tomadas de ar tiveram uma ligeira modificação, agora um pouco menores e diminuindo bem da primeira abertura até a última. Apesar desses modelos receberem ar para a parte interna, logo abaixo do para-brisa, as aberturas embaixo dos para-choques continuaram a existir sem função.
 


 Veja que o conjunto de aberturas formam um trapézio mais definido que o anterior.

 E nessa época também, as aberturas eram laminadas depois, na funilaria.
Em 1972, o primeiro a perder essas entradas de ar foi o GTE Spider (conversível) e depois em 1973, o GTE (coupe) também deixou de ostentar.
Reportagem especial aos restauradores fora do Brasil sem muito acesso a informações.

Foto do dia - GTE 1600 S

O Puma GTE 1970 de Reiner Dorsch na Alemanha. Muito original, a parte traseira inteira está perfeita, com as lanternas traseiras vindas do Saab Sonet III, dobradiças do capô traseiro do Renault Gordini, frisos no vidro traseiro, saídas de ar da parte baixa do motor corretas, capas dos para-choques cromadas e por fim, os emblemas Puma GT 1600 S. O restante, o Reiner pretende deixar todo original.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Puma pelo mundo - GTE 1600S 1970

Mais um Puma pelo mundo. Este, um raro GTE 1600 S do alemão Rainer Dorsch. Ele vai restaurar da forma original. Para isso já está comprando o espelho do Edward Champoski e já me pediu as entradas de ar, que vão embaixo dos para-choques e lanternas. O bom nesses carros que foram para a Europa na década de 1970, que não sofreram tantas modificações como os carros daqui ou os que foram para os Estados Unidos. Veja que ainda tem as maçanetas externas das portas originais, vindas de Fissore DKW. As rodas, apesar da pintura, ainda são as originais "Tijolinho"...
 ...E claro, o famoso emblema "S" relativo ao modelo 1600 S.
 Inclusive no painel, como era originalmente. A imitação de madeira tipo jacarandá do painel, ainda é original, coisa muito rara.
Mais um Puma original que figurará nos encontros na Alemanha, um orgulho brasileiro.