sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Humor - Puma com injeção 4 bicos

Motor antigo não é tarefa fácil para adaptar tecnologia moderna, muitos quebram a cabeça e não conseguem. Lá em Curitiba apareceu um Puma com injeção e quatro bicos.


 O autor da façanha chama-se Preto, apelidado de Edilson Luiz Dal Forno Filho, de Lajes-SC, formado em Harvard e com especialização no interior do Ceará.

Puma 50 anos - Curitiba (6) A exposição

Eu e a diretoria do Puma Clube agradecemos a recepção nos dada e o belo evento realizado. Como sempre Curitiba dá um show de organização e consegue reunir muitos apaixonados pela marca.
 Bem na entrada do Museu, um Puma GTE 1973 na cúpula. E abaixo a entrada propriamente dita, com alguns Puma estacionados na frente.
 O GGT em lugar de destaque. Por isso que é bom chegar cedo.
 Todos muitos bonitos, dificultando o olhar do espectador.
 Claro que para todos os gostos de cores e e modelos.
 O João de Campinas dando um último trato na fera 1973.

 Esta área coberta era entrada para o salão do coquetel...
 ...E no caminho, Puma e mais Puma.




 Esse cantinho estava premiado, com o GT 1970 do Ernani e o GTE 1971 (branco) do Fernando.
 Belo Puma AM4.

 Saindo da tenda, encontramos diversos Puma pelo gramado. A réplica do Puma Nechi #16 de corrida, vencedor de muitas provas nos anos 1990.
 E o papo entre amigos corria solto.


 O Puma GTE 1974 branco é do meu amigo Mazinho do blog Autos Classicos, muito bem restaurado com originalidade, sobre minha orientação.


 Todo mundo fotografa de frente, mas o que o brasileiro gosta é do outro lado.

 E põe Puma em tudo quanto canto, afinal eram 170!


 Como sempre Puma é sinônimo de imagem linda e colorida.
 Um belo GTS, apesar da cor sóbria, lhe deu muita sofisticação.



 E começa a coleção de Puma do casal amigo, Elis Regina e Vilmar, de Curitiba-PR.


 Gaúcho não consegue se esconder, logo é identificado pelo chimarrão, tchê!
 É daí que vem a gíria 6 canecos.


 Uma vez por ano, o meu amigo Oswaldo Hey está lá com seu GTB vermelho.
 Um Puma com detalhes para exportação.

 Bem coisa de gringo essas faixas laterais, que não foi muito bem vista pelos consumidores brasileiros. Aqui no Brasil não vincou a moda, mas não deixa de ser interessante e único.


 Vários bancos para sentar...
 ...E por acaso alguém queria sentar?! O papo sorridente dos amigos Ferri (Puma Clube-SP) e Robertinho (D) de Jaboticabal-SP tinha que ser em pé, para ver ao longe todos os Puma.
 Nessa foto, a esquerda, tem a entrada do Museu do Automóvel de Curitiba, que cedeu o espaço para o Puma Club do Brasil - Curitiba.
 Calota? É, Puma 1968 tinha.










 Uli de amarelo, provavelmente dando uma aula de mecânica para a turma do Carangas Club.
 E a turma de Brasília, que rodou mil e tralálá em dois dias, com doze Puma. Eu disse 12! E uma mulher no meio dessa turma, a Sandra.
 Nesse lado estavam os Puma de Brasília...
 ...E desse também. Moça! Vai riscar o Puma do Toninho!
 E a coisa está interessante, a roda fechou em volta do Uli.
 Esse Puma AMV do Neto de Foz do Iguaçu-PR rodou pouco, 635 km, bem menos que os 1.100 km até o Guarujá-SP ano passado.
 E o Puma GTE 1978/79 do meu amigo Léo Gaúcho.
 Muito original, sem restauração, já apelidamos de pijaminha.
 Entenderam o por quê do apelido?
 E esse raro tecido era opcional original de 1979.
E para não terminar de pijama, uma imagem mais bonita, claro, a parte da esquerda, com a Elis Regina, junto, o velho de bengala que vós escreve. Vai ter muita gente que nem lembrava mais que vós é pronome pessoal da segunda pessoa do plural. Eu também não, olhei no google.
Foto Léo Gaúcho
E ainda tem muito mais!!!!!!