Como surgiram dúvidas do funcionamento dos botões do painel Puma GTE / GTS de 1976 até parte de 1978 (durante esse ano houve mudança do painel, ficando igual do 1979, podendo existir os dois painéis no ano de 1978), publico abaixo parte do Catalogo de Peças das Concessionárias Puma, referente aos modelos citados. Aí vocês terão o desenho, os nomes das peças e algumas observações quanto ao código utilizado para o painel e tampa do porta-luvas, por curto intervalo de tempo, assim como o código do pisca-alerta. O primeiro caso deve ser alguma mudança da forma do painel ou revestimento, para identificar o mesmo tipo utilizado, no segundo caso, pode ser troca de fornecedor e consequente mudança de ligações ou fixação.terça-feira, 9 de março de 2010
Painel Puma GTE / GTS 1976 / 77 / 78
Como surgiram dúvidas do funcionamento dos botões do painel Puma GTE / GTS de 1976 até parte de 1978 (durante esse ano houve mudança do painel, ficando igual do 1979, podendo existir os dois painéis no ano de 1978), publico abaixo parte do Catalogo de Peças das Concessionárias Puma, referente aos modelos citados. Aí vocês terão o desenho, os nomes das peças e algumas observações quanto ao código utilizado para o painel e tampa do porta-luvas, por curto intervalo de tempo, assim como o código do pisca-alerta. O primeiro caso deve ser alguma mudança da forma do painel ou revestimento, para identificar o mesmo tipo utilizado, no segundo caso, pode ser troca de fornecedor e consequente mudança de ligações ou fixação.Eventos - Estação da Luz - São Paulo
Livros - Rallye Volta da America
Uma boa leitura sobre a comemoração dos 30 anos da fascinante história da conquista brasileira, do maior rallye automobilístico realizado até hoje. Uma aventura fantástica dos pilotos Christiano Nygaard e Neri Reolon, os vencedores desta prova. Autores: Paulo Torino e o meu amigo Renato Pastro. O livro é adquirido aqui.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia da mulher - Aventura de uma pumeira
Uma viagem contada pela minha amiga Mayane, de Foz de Iguaçu-PR a Blumenau-SC com seu Puma.
"Não muito depois de Cascavel, um Vectra preto, modelo antigo, me alcançou, daí eu, para brincar um pouco, comecei a pisar. Até então estava dentro da lei, mantendo os 120km/h (no Paraná o limite é 110, então com os 10% = 120). Pôxa, quando ele me alcançou, eu acelerei e comecei a manter nos 130km/h nas retas 140km/h. Fui dirigindo toda feliz. E o cara me alcançava. Ultrapassava caminhões, não demorava muito estava o cara atrás. Quando chegamos na polícia Rodoviária Federal, eu diminuí a velocidade, como de praxe. E fiquei acompanhando o cara pelo retrovisor. Queria acelerar gostoso depois de sair da polícia. E para minha surpresa, o cara entrou na garagem da polícia. Ele era PRF!!!! Mas, como até agora não recebi nenhuma multa... Então está tudo bem... Passando do pedágio em São José (já chegando em Santa Catarina), ela começou a falhar. Parei, dei uma olhada no óleo, uma conferida geral, a mangueira do suspiro do óleo estava solta e eu coloquei um arame (item essencial em viagens), para prender porque estava vazando um pouco de óleo. Dei mais uma olhada. Chamei o socorro e uma hora depois segui viagem, já que o socorro não veio, apesar de ser pedagiada e de eu ter ligado lá 3 vezes!!!! Até o presente momento estava mantendo uma média boa (uns 100...110km/h) daí resolvi pegar leve, afinal eu tinha saído de Foz as 5:30 da manhã e pisado um monte. Já era aproximadamente 14:20 da tarde, a partir de então, mantive os 80km/h.
"Não muito depois de Cascavel, um Vectra preto, modelo antigo, me alcançou, daí eu, para brincar um pouco, comecei a pisar. Até então estava dentro da lei, mantendo os 120km/h (no Paraná o limite é 110, então com os 10% = 120). Pôxa, quando ele me alcançou, eu acelerei e comecei a manter nos 130km/h nas retas 140km/h. Fui dirigindo toda feliz. E o cara me alcançava. Ultrapassava caminhões, não demorava muito estava o cara atrás. Quando chegamos na polícia Rodoviária Federal, eu diminuí a velocidade, como de praxe. E fiquei acompanhando o cara pelo retrovisor. Queria acelerar gostoso depois de sair da polícia. E para minha surpresa, o cara entrou na garagem da polícia. Ele era PRF!!!! Mas, como até agora não recebi nenhuma multa... Então está tudo bem... Passando do pedágio em São José (já chegando em Santa Catarina), ela começou a falhar. Parei, dei uma olhada no óleo, uma conferida geral, a mangueira do suspiro do óleo estava solta e eu coloquei um arame (item essencial em viagens), para prender porque estava vazando um pouco de óleo. Dei mais uma olhada. Chamei o socorro e uma hora depois segui viagem, já que o socorro não veio, apesar de ser pedagiada e de eu ter ligado lá 3 vezes!!!! Até o presente momento estava mantendo uma média boa (uns 100...110km/h) daí resolvi pegar leve, afinal eu tinha saído de Foz as 5:30 da manhã e pisado um monte. Já era aproximadamente 14:20 da tarde, a partir de então, mantive os 80km/h. No dia seguinte fui dar uma olhada no estrago, porque estava falhando. Foi quando descobrimos que na realidade, como eu havia mandado trocar o dínamo por um alternador, o rapaz não prendeu de volta os cabos de vela, sendo assim ficaram soltos e um deles ficou encostado no escapamento e acabou derretendo, então ela estava funcionando apenas em 3 pistões. Por isso quando eu exigia mais dela, ela falhava. Agora um calculo matemático: Abasteci na Argentina antes de sair, ela fez uma média de 14,15 km/l (pisando um monte na estrada!). Depois abasteci em Laranjeiras do Sul, a média caiu para 12 km/l (ainda estava pisando). A última abastecida foi em Campo Largo, a média voltou para 14,5 km/l (aí eu já não estava pisando, por causa do probleminha que deu e era serra a baixo). O que me faz pensar...por que a gasolina do Brasil não é pura, se fosse, ela renderia muito a mais do que rende hoje. No Renault do meu pai quando ele abastece com a gasolina argentina, ele rende 10% a mais do que a brasileira toda misturada. Se eu tivesse vindo tranquila sem pisar, ela teria feito uma média surpreendente (isso que meu carro estava MUITO carregado). Sou contra essa mistura toda que o governo exige. Se você vai em um posto colocar gasolina, que seja realmente gasolina e não quase álcool! Bem, fica registrada a minha aventura! Um abraço de fibra! Mayane Baumgärtner"
Dia da Mulher - Homenagem a Helle Nice
Parabéns a todas mulheres do mundo. E como não poderia deixar de ser, a justa homenagem a grande mulher que foi Helle Nice no meio automobilístico, sem perder sua feminilidade.
Por Dario Faria
Já faz um bom tempo que venho procurando saber a história desta "piloto" de competições dos tempos antigos em que dirigir um bólido de corridas era um ato heróico e romântico, algo que fascinava quem via e fazia multidões vibrarem de fortes emoções, um tempo em que a bravura estava acima da razão e a vida rodava por um fio entre o pneu e a pista...
Hélène Delange nasceu em 1900 na cidade francesa de Aunaysous-Auneau a 60 quilômetros de Paris e aos 18 anos já independente mudou-se para a cidade luz, qual era conhecida a capital Paris e aos 21 anos adotou o enigmático pseudonome de Helle Nice que a tornou famosa em muitas partes do mundo que frequentava e neste ano partiu para Brookland, Inglaterra para participar de uma prova de fim de semana que era muito popular nesta época e com a ajuda de um amigo correu em um carro francês da marca Voisin, mas como a sociedade era rígida e austera e ela foi proibida de competir. E desde aquele momento ficou determinada a demonstrar que podia pilotar melhor que muitos homens.
Helle Nice era uma esportista nata e adorava desafios: além de eximia bailarina também esquiava; fazia trilhas; e praticava montanhismo escalando os Alpes Suíços, mas um acidente em 1929 parou estas atividades e decidiu voltar-se para o automobilismo e com um poderoso e esportivo Bugatti T43A cedido pelo próprio Ettore Bugatti, a qual tinha estreito relacionamento com ele e seu filho Jean e se destacou na Prova dos Artistas, na prova de mulheres conseguindo a melhor marca. Com este resultado Ettore cedeu um poderoso Bugatti 35C e bateu o recorde feminino na pista de Montlhéry a uma média horária de 198 km/hora e neste período fez um contrato exclusivo com a Bugatti de provas de 800 metros e demonstrações nos Estados Unidos, além de provas menores até 1931. Então decide dedicar-se a corridas na Europa e no volante de seu Bugatti T35C consegue boas colocações: sétimo lugar em Dieppe; nono lugar no G.P. de Commings; e outras colocações expressivas em Reims e Monza e no ano seguinte sexto em Monte Klause; segundo em Mont Ventoux e um nono no G.P. de Marsella, vencendo as favoritas Alfa Romeo 8C G.P. de Monza com um terceiro lugar nesta corrida que causou a morte de dois famosos corredores italianos: Campari e Borzacchini. No ano de 1936 várias vitórias vieram a tona: um oitavo lugar em Paul; quarto lugar em Picardy; sétimo lugar em Commings e segundo lugar em El Monte La Turbic e primeiro na Copa das Damas no Rally de Monte Carlo Mônaco. E quase chegou com uma boa colocação em Montjuic Barcelona, mas uma quebra do diferencial na 52ª volta, impediu este resultado. Mas um gravíssimo acidente estava por acontecer em 12 de julho de 1936, durante o Grande Premio de São Paulo - Brasil, quando disputava o segundo lugar com Manuel de Teffel, ao desviar de um policial militar que avançou na pista para olhar melhor, se chocou contra um fardo de feno no meio da pista, lançando-se contra o publico causando mortes e feridos. Helle Nice ficou gravemente ferida e estado de coma por vários dias. Após ter passado meses hospitalizada voltou às atividades publicas, mas suas condições físicas e psicológicas já não eram mais as mesmas...
Já faz um bom tempo que venho procurando saber a história desta "piloto" de competições dos tempos antigos em que dirigir um bólido de corridas era um ato heróico e romântico, algo que fascinava quem via e fazia multidões vibrarem de fortes emoções, um tempo em que a bravura estava acima da razão e a vida rodava por um fio entre o pneu e a pista...
Hélène Delange nasceu em 1900 na cidade francesa de Aunaysous-Auneau a 60 quilômetros de Paris e aos 18 anos já independente mudou-se para a cidade luz, qual era conhecida a capital Paris e aos 21 anos adotou o enigmático pseudonome de Helle Nice que a tornou famosa em muitas partes do mundo que frequentava e neste ano partiu para Brookland, Inglaterra para participar de uma prova de fim de semana que era muito popular nesta época e com a ajuda de um amigo correu em um carro francês da marca Voisin, mas como a sociedade era rígida e austera e ela foi proibida de competir. E desde aquele momento ficou determinada a demonstrar que podia pilotar melhor que muitos homens.
Helle Nice era uma esportista nata e adorava desafios: além de eximia bailarina também esquiava; fazia trilhas; e praticava montanhismo escalando os Alpes Suíços, mas um acidente em 1929 parou estas atividades e decidiu voltar-se para o automobilismo e com um poderoso e esportivo Bugatti T43A cedido pelo próprio Ettore Bugatti, a qual tinha estreito relacionamento com ele e seu filho Jean e se destacou na Prova dos Artistas, na prova de mulheres conseguindo a melhor marca. Com este resultado Ettore cedeu um poderoso Bugatti 35C e bateu o recorde feminino na pista de Montlhéry a uma média horária de 198 km/hora e neste período fez um contrato exclusivo com a Bugatti de provas de 800 metros e demonstrações nos Estados Unidos, além de provas menores até 1931. Então decide dedicar-se a corridas na Europa e no volante de seu Bugatti T35C consegue boas colocações: sétimo lugar em Dieppe; nono lugar no G.P. de Commings; e outras colocações expressivas em Reims e Monza e no ano seguinte sexto em Monte Klause; segundo em Mont Ventoux e um nono no G.P. de Marsella, vencendo as favoritas Alfa Romeo 8C G.P. de Monza com um terceiro lugar nesta corrida que causou a morte de dois famosos corredores italianos: Campari e Borzacchini. No ano de 1936 várias vitórias vieram a tona: um oitavo lugar em Paul; quarto lugar em Picardy; sétimo lugar em Commings e segundo lugar em El Monte La Turbic e primeiro na Copa das Damas no Rally de Monte Carlo Mônaco. E quase chegou com uma boa colocação em Montjuic Barcelona, mas uma quebra do diferencial na 52ª volta, impediu este resultado. Mas um gravíssimo acidente estava por acontecer em 12 de julho de 1936, durante o Grande Premio de São Paulo - Brasil, quando disputava o segundo lugar com Manuel de Teffel, ao desviar de um policial militar que avançou na pista para olhar melhor, se chocou contra um fardo de feno no meio da pista, lançando-se contra o publico causando mortes e feridos. Helle Nice ficou gravemente ferida e estado de coma por vários dias. Após ter passado meses hospitalizada voltou às atividades publicas, mas suas condições físicas e psicológicas já não eram mais as mesmas...

Apesar de tudo ela participou em 1937 de um evento que a marca de lubrificantes Yacco promoveu para a efetivação de quebra de recorde de grandes distâncias no autódromo de Montlhéry com um Matford V8 pilotado exclusivamente por mulheres que rodaram 10 dias ininterruptamente quebrando 14 recordes internacionais.Durante o período da segunda guerra (1939 a 1945) não houve a sua participação em provas e somente se iniciou em 1949, com o convite de uma antiga amiga chamada Anne Itier que a inscreveu no Rally de Monte Carlo, com um recém comprado Renault. Mas na noite anterior a largada da corrida, durante a festa de recepção da prova para pilotos e participantes da imprensa internacional no principado de Mônaco, Helle Nice recebeu a maior humilhação de sua vida e acabaria com sua carreira esportiva.
Em meio a todo o glamour e toda a nata automobilística da mundial da época o Sr. Louis Chiron acusou de forma agressiva e ruidosa em voz alta a todos os presentes como poderia a direção da prova permitir a participação em um rally desta categoria uma mulher que havia sido agente informante da Gestapo, a policia secreta do partido nazista durante a ocupação alemã na França? Em um silencio glacial e profundo todos se calaram e Helle Nice sem poder se quer gesticular uma só palavra ficou paralisada e indefesa mediante a grave acusação. Assim achou por melhor não acabar a prova no dia seguinte devido a total falta de concentração. Esta acusação informal de traição não foi confirmada se foi verdadeira ou falsa, mas em tempos de guerra tudo cabe, e quem somos nós para julgar os motivos dos outros... E somente em 1951, Helle Nice voltou a correr no G.P. de Niza, mas foi substituída por sua compatriota Jena Behra que não terminou a prova. A partir desta data teve imensos declínios físicos, morais e econômicos, a qual foi amparada por uma associação que cuidava de antigos artistas e vindo a falecer em 1 de outubro de 1984, já com 84 anos. No meu entender da história ficou a marca de uma mulher à frente de seu tempo, quebrando tabus de um mundo exclusivo e machista reservado a homens pilotos. E no Brasil ficou a marca do acidente trágico e o clássico Alfa Romeo 8C Monza, no espolio judiciário da família de Roberto Lee que se deteriora a cada dia, no Museu de Caçapava, enquanto nada acontece...Eventos - Encontro Parque da Cidade - Brasília-DF
O Encontro realizado em Brasília no último sábado, dia 6 de março, teve a presença de muitos Puma. As fotos enviadas pelo meu amigo Leonardo Flach, o "Léo Gaúcho".
"Pumeiros, bom dia,
Debaixo de muita chuva e escondidos debaixo da poderosa e eficiente barraca do Puma Clube de Brasília, que não respingava nada e que abrigou até os fuscones maníacos e similares, contamos com palestras dos Pumeiros Josmar que fez explanação a respeito do medo do Pumeiro em colocar o felino na chuva e do Dr. JMM que fez uma looonga explanação a respeito da eficiência do teto solar do seu puma quando são pedro não colabora.
Agradecimento muito especial ao Leo Gaúcho que me ajudou a montar a barraca e ao Adriano Hercos que ficou até o final e nos ajudou a desmontar a barraca debaixo de muita chuva. É este espírito de união e amizade que o nosso clube precisa. Abs. Jovino"
"Pumeiros, bom dia,Debaixo de muita chuva e escondidos debaixo da poderosa e eficiente barraca do Puma Clube de Brasília, que não respingava nada e que abrigou até os fuscones maníacos e similares, contamos com palestras dos Pumeiros Josmar que fez explanação a respeito do medo do Pumeiro em colocar o felino na chuva e do Dr. JMM que fez uma looonga explanação a respeito da eficiência do teto solar do seu puma quando são pedro não colabora.
Agradecimento muito especial ao Leo Gaúcho que me ajudou a montar a barraca e ao Adriano Hercos que ficou até o final e nos ajudou a desmontar a barraca debaixo de muita chuva. É este espírito de união e amizade que o nosso clube precisa. Abs. Jovino"
Eventos - Encontro Mensal Puma Club Rio
No sábado passado teve o encontro mensal do Puma Club do Rio de Janeiro com a presença de muitos amigos e seus Puma. As fotos enviadas pelo meu amigo César Costa mostram que mesmo com o tempo não ajudando, muitos apareceram com seus antigos.
Abaixo vemos o meu amigo Martin Ringoot (daquele Puma da Holanda na neve), que em visita ao Brasil e estando no Rio, falei para ele dar uma chegada ao evento para conhecer alguns pumeiros e seus carros. Na foto ele está ao lado do GTS do César Costa.
Um Puma GTE 1972 que veio de Brasília, mas meu correspondente não anotou o nome e nem se ele é de Brasília ou comprou o carro lá. Sabem como é, cerveja cá, cerveja lá... "seu" César!
Abaixo vemos o meu amigo Martin Ringoot (daquele Puma da Holanda na neve), que em visita ao Brasil e estando no Rio, falei para ele dar uma chegada ao evento para conhecer alguns pumeiros e seus carros. Na foto ele está ao lado do GTS do César Costa.
Um Puma GTE 1972 que veio de Brasília, mas meu correspondente não anotou o nome e nem se ele é de Brasília ou comprou o carro lá. Sabem como é, cerveja cá, cerveja lá... "seu" César!
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