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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Foto de época - Puma GT 4R embarcando

Essa foto é do site grafado na imagem e quem me deu a dica foi meu amigo Mário Estivalét. 
Vemos um dos três GT 4R, possivelmente o número 1 (afinal consta nos registros do livro da fabrica Puma, que dois eram bronze e um azul), embarcando sabe-se lá para onde. O ganhador do número 1 foi Frederico Barbosa da Silva, de Rondonópolis-MT, mas a revista Quatro Rodas não dá o desfecho, pois Frederico veio a São Paulo receber o prêmio e ainda estava em dúvida se levaria o 4R para Rondonópolis ou venderia ali mesmo em São Paulo, por uma oferta recebida de NCr$ 30.000,00 ou 30 milhões de cruzeiros antigos.
Um Puma era vendido em novembro de 1969 por NCr$ 21.300,00, algo hoje em torno dos cem mil reais. Veja a matéria dos sorteados aqui.
O interessante, mais do que para onde o Puma GT4R destinava-se quando da foto, é a imagem da parte traseira, pouco fotografada na época. Com isso, houve alguns erros de restauração dos GT 4R existentes colocando lanterna de Variant que ainda não existia. A imagem é nítida, vemos a dupla lanterna redonda, vinda do Corvair norte-americano, como falei na Palestra sobre o Puma GT 4R em 2009.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Semana Puma - O nascimento do Puma GT 4R

Todos conhecem a história da revista Quatro Rodas, que no final do ano de 1968 encomendou a Puma, um automóvel exclusivo para sortear entre seus leitores. Todos sabem também que para o projeto foram chamados Rino Malzoni e Anísio Campos.
Em janeiro de 1969 a revista anunciou o ousado projeto.
 E assim é apresentado o projeto do Puma GT4R.
 O jovem Anísio Campos e seu mestre Rino Malzoni apresentam a concepção do novo esportivo, com desenhos de Anísio Campos.
Diversos rascunhos foram feitos para se chegar ao produto final.
Na decisão desta reunião, o desenho escolhido para ser desenvolvido foi este:
 Claro que nesta decisão, uma série de fatores foram levadas em consideração, porque construir um automóvel requer dinheiro, tecnologia e tempo. E no caso do GT 4R, o que eles não tinham era tempo. A revista não poderia investir uma grande quantia e ter o retorno dali a três ou quatro anos. Seria um projeto inviável. Naquele tempo, a mídia escrita era bem dinâmica, só perdendo para o rádio, porque a televisão ainda tinha altos custos e horário limitado de exibição. E a Puma por sua vez, não conseguiria construir o carro do zero em pouquíssimo tempo.
Então a partir desse desenho de Anísio, baseado em outro automóvel já construído por Rino Malzoni, o desenvolvimento do GT 4R começou.
Voltando um pouco no tempo, na revista Autoesporte de agosto de 1968, a reportagem fala sobre a nova criação de Rino Malzoni: Um Puma de 4 lugares.
 Citam o novo modismo europeu dos esportivos 2+2 e este protótipo, Rino jura que seria para seu uso pessoal. Bem ao seu estilo de desenho e pensamento, ninguém duvidou, afinal Rino começou fazendo automóveis para seu uso.
 Detalhes desse projeto impressionam pela semelhança com o GT 4R. Chassi de Karmann Ghia, mas não encurtado tanto como no Puma GT. O desenho da lateral e traseira truncada, não deixam dúvidas.
 Então concluímos que em agosto de 1968, Rino Malzoni já tinha um esportivo quase pronto ou bem definido. E assim começaram os trabalhos da criação da carroceria em chapa de aço, para servir de modelo para criação do molde de fibra de vidro. Rino não adotava o modelo de gesso ou argila, com ele era a moda antiga, já que tinha um funileiro-artesão, o Sr. Francisco.
O desenho da frente é baseado naquele criado por Anísio, com frente em cunha e faróis retangulares.
 As linhas laterais seguem os traços daquele Puma 4 lugares.
 A traseira é bem o Puma 4 lugares, com detalhes harmoniosos de Anísio Campos.
O Puma GT 4R ganha projeção nacional, não apenas na revista Quatro Rodas. Todos falavam do carro e a expectativa era muito grande pelo resultado, ou digamos dos resultados, porque a maioria estava interessada no resultado do sorteio.
A revista Veja de 21 de maio de 1969 noticia dentro da sua matéria "O GT Nacional", que Rino Malzoni prepara com cuidado, a encomenda da Quatro Rodas, três unidades de GTs exclusivos.
 No canto superior desta reportagem, olhem quem aparece, o Puma 4 lugares, ao lado do GT4R de chapa de aço, servindo de base para medições e outros detalhes.
E em 14 de outubro de 1969 é apresentado o Puma GT 4R e realizado o primeiro sorteio entre os leitores da Quatro Rodas.
Mesmo tendo sido baseado em um projeto existente, a proeza da Puma em criar, modelar e fabricar um novo automóvel em 12 meses, já prenunciava a grande fabrica de automóveis que iria se tornar.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Puma GT 4R - Estilo e Cor

A fotografia de época do primeiro Puma GT 4R mostra toda beleza do modelo. Um sonho de automóvel, que muitos brasileiros sonharam em ganhar no sorteio da revista Quatro Rodas. As linhas - para quem se lembra - eram revolucionárias, acredito que o dedinho do meu grande amigo Anísio Campos prevaleceu. Rino Malzoni era mais tradicionalista e seus desenhos sempre remeteram ao estilo das pistas. O GT 4R tinha seu desenho de carro esporte, mas com uma imagem de sofisticação. Desenho compatível com qualquer estúdio famoso da Itália.  Uma pena que tenha sido uma série exclusiva. Se produzido, no ano seguinte, 1970, receberia nova plataforma Karmann Ghia, com suspensão de pivô e bitolas mais largas na traseira. Com isso ajudaria a "encher" o para-lama traseiro, somadas as rodas aro 14 "tijolinho". O GT 4R agradaria aos fanáticos por lanternas redondas na traseira, ele já tinha uma dupla de cada lado. A face, com caídas para o centro, formando sobrancelhas fechadas sobre os faróis lhe conferiam cara de fera. Com a evolução natural, este modelo melhoraria muito ao longos dos anos. 
 O primeiro tinha a cor bronze metálico, uma cor escura, como mostra na foto em preto e branco. Na conhecida imagem colorida de Karl Ludvigsen, onde aparecem todos os modelos fabricados pela Puma até 1971, percebemos a tonalidade da cor, que por sinal muito bonita e atraente. Deveria ser um charme andar com um modelo e cor exclusiva.
Infelizmente as restaurações nem sempre conseguem atingir o ideal e o GT 4R number one quando restaurado, não conseguiram reproduzir a mesma tonalidade. Na imagem abaixo até pode estar bem próximo, com luzes artificiais e em ambiente fechado.
Mas na luz do dia, a cor destoa bastante daquela foto de Ludvigsen. Mas vamos dar um desconto, que analisamos a cor através de imagem por película, que pode sofrer alterações com o passar do tempo. É o tipo de item muito difícil de reproduzir, ainda mais que as bases das tintas mudaram e bastante.
Os outros três GT 4R eram nas cores: N° 2 Azul Metálico - N° 3 Bronze Metálico - N° 4 Vermelho (pertencente a Rino Malzoni). De todos, a cor Bronze Metálico foi a que melhor harmonizou com as linhas do GT 4R. O N° 2 sofreu uma repintura nos anos 70, virou dourado e foi estrela de um filme brasileiro, mas a cor não combinou em nada com seu estilo esporte social.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Puma GT 4R - A base

A foto é da matéria da revista Veja de 21 de maio de 1969, que já foi publicada na íntegra aqui, mas não foi salientado que devido ao curto tempo que a Puma tinha para projetar e fabricar os três Puma GT 4R para o sorteio da Revista Quatro Rodas aos seus leitores, Rino Malzoni optou por utilizar um projeto já iniciado por ele e bem desenvolvido, ficando os detalhes e ajustes finais para a equipe Puma, formada por Rino Malzoni, Anísio Campos, Jorge Lettry e Milton Masteguin. Rino e Anísio cuidaram do desenho e Lettry e Masteguin da mecânica, nada mais lógico, afinal cada um na sua especialidade. 
A base que serviu para o GT 4R é esse carro branco da foto, ao lado de uma carroceria do modelo definitivo. 
Nesse trecho da matéria, a confirmação dos autores do projeto e a previsão da criação de mais um carro de Rino, que seria esse que serviu de base para o 4R e não teria o chassis encurtado, se classificando como 2+2. Mas a ideia não chegou a ser realizada. Uma pena, assim como o GT 4R não ter chegado ao grande público, que foi um projeto moderno de dois magos do design brasileiro, unindo a genialidade dos engenheiros mecânicos da Puma.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Puma+Arts

A ilustração do Puma GT 4R, automóvel projetado por encomenda da revista Quatro Rodas, foi publicada em julho de 1969, em uma fase que o protótipo estava bem mais cru que o desenho. A assinatura do artista está na imagem, mas não consegui descobrir seu nome.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Anuncio (112) Sorteio do Puma GT 4R

Hoje a propaganda até parece muito ingênua, mas naquele tem mexeu com muita gente. O carro prometia, a revista tinha muita credibilidade, quem estava construindo já alcançava respeito e eram exclusivos, com linhas muita modernas. Quem não sonhou em ganhar esse automóvel? As datas estavam marcadas, o primeiro em 14 de outubro de 1969, era a última chance de concorrer três vezes. Eu como muitos não ganhamos esse espetacular automóvel, mas uma coisa que nunca entendi foi por que a revista não explorou mais esse marketing pelo tamanho do investimento. Depois de cada entrega, apenas uma nota de entrega ao sortudo, uma reportagem sobre o assunto e nenhum teste ou impressão ao dirigir. Se fosse nos atuais dias, o assunto geraria muitos meses de "exploração"., o que teria sido ótimo para nós. A Blaupunkt explorou mais o GT 4R com propagandas dos seus rádios, que a revista e própria Puma. Até o cinema utilizou-o em vários filmes brasileiros.
Pesquisa Quatro Rodas: nosso amigo Mazinho.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Luz de placa GT 68 / 69 / 70 (2)

Complementando a matéria Luz de placa GT 68 /69 /70 ...
Como quase tudo no Puma GT DKW era derivado da linha DKW Vemag, a luz de placa não poderia ser diferente.
Era discreta, singela e bonitinha, com acabamento de metal cromado.
Esse acabamento era feito pela Puma.
Porque a lente e a parte traseira dessa lanterna de placa vinha do DKW Fissore.
Nesse modelo da Vemag as lanternas eram duplas com um grande acabamento de metal cromado fixado no para-choque.
O detalhe da lente, com dois parafusos de fixação, permanecendo no Puma igual.
Depois veio o GT VW, em 1968.
Já não utilizava o acabamento em metal, apenas um recorte na fibra deixando a lente e os parafusos aparecendo. Essa lanterna foi até 1970, apenas nos modelos GT, com o para-brisa de canto reto.
O Puma GT 4R também utilizava essa lanterna de placa.
Apesar de ter sido retirada dos modelos GTE, a lanterna continuou sendo fabricada e fornecida para a Puma até o fim dos tempos, 1984, para ser utilizada como luz de cortesia nos GTE Spider, GTS e GTC.
Pronto contei um grande segredo!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Feras e Gatas - GT 4R

Pena a fotografia ser preto e branco. É o interior do Puma GT 4R, que não poupava sofisticação com um excelente acabamento. Reparem no cinzeiro e ascendedor cromados, frisos em volta dos bancos, puxador de porta muito moderno para 1969 e detalhes em madeira também no console, em volta da alavanca de cambio e freio de mão. Coisa que os atuais proprietários dos 4R já restaurados deverão alterar para ficar a risca. Veja que o primeiro restaurado foi aquele do Antonio Pinho (fotos abaixo), mas não colocou a madeira. O outro do Kiko Malzoni foi baseado no do Pinho, restando a tarefa de fazer correto para o 4R n° 2 azul. Nos outros dois extras oficiais, também devem se basear nesses dados.
Para vocês verem que saber fazer a Puma sabia muito bem, mas quando existe limite de dinheiro, o nome já diz: limite, pára de gastar!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Puma GT 4R

Falamos muito sobre o Puma GT 4R, aquele esportivo fabricado especialmente para a revista Quatro Rodas em 1969 para ser sorteados entre seus leitores. Todos sabem que oficialmente foram fabricados apenas três para o sorteio e um para a Puma, que ficaria em propriedade de Rino Malzoni. Mas esse automóvel foi vendido a uma senhora pela grande insistência em comprá-lo. Sabemos onde estão o n°1, 2 e 3. O quarto GT4R foi parar aonde? Claro na Bahia e hoje pertence a um colecionador de lá. A história desse GT 4R, o meu amigo Carlos Seixas conta em seu blog Pit Stop Bahia, mas devo fazer uma correção na matéria, não era o automóvel encomendado pelo fazendeiro rico para presentear sua amante, esse o n°5 está em Minas Gerais, que foi do meu amigo Péricles do Rio de Janeiro. E como sempre bato o martelo, que o Puma GT4R tinha duplas lanternas redondas na traseira, oriundas do Corvair americano, sempre o sobre friso cromado. Nesse as lanternas atuais são alternativas, que foram colocadas exatamente no lugar das originais. Portanto GT4R não é com lanterna de Variant!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Reportagens - Veja Maio de 1969

A reportagem "O GT Nacional" da Revista Veja aborda o nicho de mercado GT, muito explorado no final da década de 60, falando muito de Puma, com comentários de Jorge Lettry, sempre muito sensato e realista ele diz: "Hoje em dia qualquer coisa é GT. Se em breve surgir um trator ou caminhão GT, eu não me assunto."

terça-feira, 1 de junho de 2010

Artigo (25) Jornal do Brasil - 1969 GT 4R

Mais uma comprovação. Esse Artigo do Jornal do Brasil de 15 de novembro de 1969 comenta sobre a apresentação do Puma GT 4R, o carro da promoção da revista Quatro Rodas. Lembram quando em outubro de 2009 falei sobre o GT 4R e citei sobre as lanternas traseiras serem redondas e não as de Variant? Uma das minhas afirmações para isso era que a Variant foi lançada em dezembro de 1969, como poderia o 4R ter as lanternas de um carro que nem foi lançado? Em todas as publicações da Quatro Rodas não tem nenhuma imagem de traseira do carro pronto, a única era do carro em teste que estava com as lanternas do VW 1600 4 portas, parecidas com as de Variant, mas tem os fundos curvos, servindo somente para esse modelo. Apenas uma foto de traseira é conhecida e está no site do Anísio Campos, sendo a mesma dessa matéria de 1969. Esta matéria vem para confirmar as palavras do Anísio, quando lhe perguntei sobre o assunto, de serem lanternas duplas redondas. Infelizmente os GT 4R n° 1 e n° 3 foram restaurados com as lanternas de Variant. Já o n° 2 vem aí... Mas isso é para uma outra publicação.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Puma GT4R - A descoberta

Faz algum tempo que estou segurando esta informação para não atrapalhar as negociações de um colecionador do interior de São Paulo, que hoje sei que concluiu o negocio.
É o Puma GT4R de chapa de metal. Sim ele existiu, foi modelo feito pelo funileiro do Rino Malzoni, o Chicão, que serviu para execução dos moldes em fibra de vidro. As fotos são dos arquivos do meu grande amigo e Engenheiro da Puma, Ronaldo de Almeida Brochado, que são o documento que prova a veracidade deste carro. O que não sabíamos é que o carro acabou sendo montado e vendido ou talvez tenha sido vendida apenas a carroceria e montado fora da Puma. No total agora são seis unidades do modelo, mas só três vão comemorar os 50 anos da revista Quatro Rodas em junho próximo, considerados os legítimos.
Na época, Rino não utilizava os processos habituais de formas de madeira ou de arame com gesso para criar os modelos. Ainda era no martelo feito por um artesão de mão cheia. O processo mais moderno só foi utilizado nos modelos mais novos. Dizem que existe um Puma GT VW de chapa, mas as provas mostram ao contrário no site do Anísio Campos, vemos as fotos das formas sendo definidas em arame, para posterior cobertura de argila e gesso, mas não vou duvidar, eu heim!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Emblema da Roda Puma

A conhecida "calotinha" Puma também teve suas fases e colocações.
Os primeiros veículos, GT Malzoni, utilizavam as rodas do DKW e consequentemente suas calotas. Permaneceu a mesma fórmula para o Puma GT DKW...
...Nesse caso, poderia optar pelas rodas de liga, mas o emblema era da Mangels que as fabricava.
Com o surgimento do Puma GT VW em 1968, as rodas utilizadas eram de aço, oriunda do VW Kombi, porque eram aro 14", sendo na época o único VW com esse diâmetro de roda. Para isso a Puma mandou confeccionar uma calota de aço cromado e já colocou seu primeiro emblema.
No Puma GT de 1969, as rodas já eram as aro 13" de magnésio, as famosas "bolo de noiva", fabricadas pela Scorro, mas o emblema era do fabricante de rodas.
Como opcional, o cliente poderia optar por uma calota para colocar nas rodas "bolo de noiva". Eram de três pontas, uma alusão as rodas tipo cubo rápido, e nesse caso tinha o mesmo emblema utilizado nas calotas de aço cromado do GT 1968.
O GT4R utilizou as rodas "bolo de noiva" com a calota de três pontas, mas pintada de cinza escuro, igual ao miolo da roda.
Só a partir de 1970, com as rodas "tijolinho" entram em cena a famosa "calotinha" Puma. Ela era feita de plástico ABS, com as bordas e a cara da fera cromadas, o miolo em preto. E foi assim até 1980.
Abaixo uma roda de GTS GTE de 1976 a 1978 sem calota para se ter ideia do rebaixo de encaixe, para colar a calotinha.
Só a partir do modelo GTI, lançado no final de 1980, as calotinhas deixaram de ter a borda cromada para serem inteiras pretas, só com a cara da fera cromada, mas continuava sendo fabricada em plástico ABS.
Uma dica: Quando colar a calotinha, cole com silicone, porque se precisar tirar para balanceamento ou outros serviços, basta uma pancada com um bastão de madeira de dentro da roda para fora, que sai com facilidade e não estraga . Não se preocupem que rodando, mesmo em velocidade, o silicone não solta.