Na revista Quatro Rodas de julho de 1971, com o título "Carro a gás em nosso teste", a reportagem aborda sobre a utilização deste combustível pesquisado no mundo, contra a poluição. E a Puma, sempre na vanguarda, não poderia ficar de fora.
Ampliei para fácil leitura:Na página seguinte entra os depoimentos de Milton Masteguin sobre o projeto que a Puma vinha desenvolvendo junto com os japoneses.
Além do gás como combustível, o quadro abaixo trata também da utilização do motor Wankel como outra opção anti-poluição observada pela Puma. Outro avanço que ela estaria presente, se tivesse muito capital para investimentos. E ainda sou obrigado a ouvir que a Puma era fabriqueta de fundo de quintal.
Mais uma vez a Puma no acontecimento mundial, mas o projeto do gás não foi avante, porque os fabricantes não viam com bons olhos o desenvolvimento desta alternativa de combustível, pois além de ser oriunda do petróleo - a crise do petróleo começava assolar o mundo - seu acondicionamento deveria ser resistente e ocuparia muito espaço nos veículos. No Brasil, além desses problemas, o gás GLP era e acredito que ainda seja, subsidiado pelo governo, não interessando seu consumo para outros fins. Somente com a chegada do gás natural ao Brasil, que seu uso se proliferou, seja em veículos, como também nas indústrias.