Quando meu amigo Mazinho me manda esses artigos sobre Puma, cada vez mais fico orgulhoso da marca que admiro. Neste, uma reclamação por entrar água, na Quatro Rodas de março de 1978, edição 212. A diagramação eu mudei para ficar mais legível na tela.
Em nosso meio, sempre brincamos: Puma que não entra água, não é original. Mas quando novo, o Puma não era assim, pelo menos nos modelos com chassis iniciado por SP 102...., onde foram resolvidos antigos problemas.
No artigo a resposta Puma, como sempre, foi esclarecedora e respeitosa, bem diferente daquelas que vemos hoje em dia, onde a montadora responde apenas "o veículo foi entregue em condições normais de uso". O primeiro problema do Puma GTS 1977 do Sr. Leandro foi resolvido. Quando da segunda situação de entrada de água no assoalho, a Puma mandou um técnico que constatou o erro mais comum naquela época e que ainda perdura até hoje. Na instalação dos auto-falantes nas laterais de porta, cortam a lateral e o plástico protetor que fica entra a lateral e a porta. Esse plástico é necessário, para que a água não molhe a lateral e escorra para dentro do carro. Por causa dele, a água que entra entre o vidro e o cajado escorre para o fundo da porta e de lá para fora do carro. Com os auto-falantes, além de comprometerem a vedação, servem de cascata para água, respingando em vários locais.
Mais uma vez, o saudoso Diretor José Maria Hellmeister foi magistral.