Dentro da programação do VIII Encontro Nacional do Puma, realizado em Brasília-DF e organizado pelo Puma Clube de Brasília, houve a visita ao Museu Nacional do Automóvel.

Chegamos estacionamos na avenida em frente.

Com direito a área reservada pela Polícia local.


Para provar que o GGT anda sim, está ele aí, que rodou muito, teve suas crises, mas chegou.

Na entrada do Museu, a foto com quase todos os participantes. Embaixo da placa do Museu a faixa onde lemos que o Puma Club do Brasil é contra o fechamento do Museu, ameaçado de ser despejado. Mais tarde falaremos sobre o assunto. O Puma Clube também apoia o protesto.

Na entrada do Museu ...

... logo de cara damos de frente com o Puma GTI Export 1980/81 originalíssimo do meu amigo JM. Algum dia, a matéria sobre esse modelo será publicada.


Logo em seguida o GT Malzoni DKW 1966.


Depois uma raridade, o FNM Onça, projetado por Rino Malzoni e fabricado pela FNM - Fábrica Nacional de Motores. Existem atualmente somente três dos sete fabricados. Um deles já esteve presente no Puma Classic, na exposição de Águas de Lindóia onde recebeu o prêmio The Best Nacional.


Outra raridade não menos importante, o Brasinca 4200 GT, com mecânica Chevrolet (6 cilindros da C-1416).


Ao lado da sequencia de carros mostrados, o também raro Itamaraty Executivo.

Ao fundo a grande raridade.

O Willys Capeta.

Antes de descobrir o veículo, o curador do Museu Roberto Nasser fez uma explanação sobre o veículo.

Do lado esquerdo do Nasser, o advogado do Museu Dr. JMM, nosso companheiro. E do outro lado, de boné, o curioso eu.



A placa onde está a história do Capeta.

Enfim descoberto, mostrando seu grande motor Willys 6 cilindros, grande pesado e pouco potente, mas para época prometia. Ficou apenas no protótipo, pois logo em seguida a Willys foi vendida para a Ford do Brasil, que não levou o projeto adiante. Aliás não somente o Capeta, mas também o Willys Interlagos e o Gordini.

As linhas do Capeta eram modernas para seu tempo...

...E bem harmoniosas.

E a criança sorrindo de felicidade por estar dentro de um ícone nacional.


O vigia traseiro no melhor estilo Ferrari, que muitos seguiram.

A luxuosidade do interior não devia nada aos modelos importados, com muita madeira e cromados.

Depois ao lado um enorme galpão onde estão abrigados não somente modelos nacionais como foi a intenção da fundação desse museu, mas também alguns modelos estrangeiros que foram doados ao Museu ou estão em consignação.




Um raro modelo jipe VW alemão, doado pela própria fabrica, quando desistiu de produzi-lo aqui no Brasil, após período de avaliação dos departamentos da Volkswagen.

O Nasser também tem um Puma e apesar de não estar como gostaríamos, ele está lá, quem sabe um dia estará todo restaurado. O Envemo ao seu lado está muito bem conservado.

Alguns exemplares da Simca/Chrysler.

E alguns Dauphine e Gordini.


Esse curioso Tempra, que foi um protótipo da Fiat...

... Sua história está aí.

Não poderia deixar de existir no Museu o clássico Fusca.

E eu novamente em frente a outra paixão.

Depois nos dirigimos a praça em frente ao Palácio do Planalto para tirar algumas fotos.



E mais uma vez, alguns dos participantes, porque nem todos foram nesse local.



As meninas: minha esposa Carolina Lellis Nicoliello (E) e Solange Ramos esposa do"Tarzan".