quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Reportagens - CARRO etc, do jornal O Globo

Ontem, no jornal O Globo, da cidade do Rio de Janeiro, no suplemento CARRO etc, saiu uma matéria sobre o Malzoni II, o primeiro protótipo para estudos, sob encomenda da Vemag. Quem me avisou, já que moro em São Paulo-SP foi meu amigo e ex-piloto Puma, André Burity. Logo corri a uma banca de jornal que vende jornais de outros Estados. Era o último exemplar, mas para minha frustração, não tinha nada de Malzoni. Segundo o jornaleiro, os encartes não seguem para outras cidades. Não sei se isso é verdade ou fui enganado. Procurei a matéria no site do O Globo, encontrei, mas para mim não é a mesma coisa que ler sentindo o papel, olhar as imagens sobre diversos ângulos de luz, etc.
Ontem mesmo, outro amigo carioca, Carlos Zavataro, me mandou o jornal digitalizado e com outra reportagem de janeiro de 2014, o começo da excelente reportagem de Jason Vogel, que também é leitor do Puma Classic.
Abaixo a publicação de janeiro deste ano, onde Jason foca a história do Puma e de seu criador Rino Malzoni. 
Na reportagem existem duas imagens de época inéditas: Rino e família com o GT Malzoni e o Puma GTO, já com o nome de GTB na linha de produção dos Puma GTE e GTS. Explico: A fotografia é de 19 de outubro de 1973, o nome de GTO já havia sido substituído por GTB, um acordo da Puma com a GM, pois a montadora americana importava o Pontiac GTO e não aceitaria fornecer a mecânica Chevrolet se a Puma insistisse em manter a sigla GTO. Mas na imagem vemos que se trata do protótipo GTO, pois ainda tem os limpadores cruzados que nunca foram adotados no GTB. Claro que estava quase pronto, com as alterações promovidas depois do Salão do Automóvel de 1972.
Na publicação de ontem, "O primeiro rugido" tudo sobre a história do Malzoni II, como surgiu, o que fez, onde e como foi encontrado e sua restauração total.  
 Na página 3, a grande fotografia com os três modelos, que eu diria não ser uma evolução, mas sim estilos diferentes, cada qual com seu propósito. O Malzoni II com o desenho mais bonito dos três e estilo muito próximo de uma Ferrari. Não se tornou o modelo definitivo, porque o projeto era para um carro de corrida em fibra de vidro e como tal, teve que sofrer alterações e ajustes, seja para a produção ou com dados colhidos durante as corridas de 1964. O GT Malzoni, nasceu como um grande vencedor e o objetivo foi alcançado. No Puma GT o desenho remete mais a utilização do que as pistas, com linhas mais suaves e com detalhes para utilização no dia a dia, como o porta-malas, coisa que o GT Malzoni não tinha e não precisava.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

II Workshop Nacional da FBVA

Nos dias 27, 28 e 29 de novembro de 2014 foi realizado em São Paulo-SP o II Workshop Nacional da Federação Brasileira de Veículos Antigos, onde todos os presidentes dos clubes filiados participaram de diversos assuntos, sendo a maioria destes, mais representativos para os clubes. Dois deles são de interesse direto dos colecionadores de veículos antigos: placa preta e importações de automóveis e peças. 
Com a presença do Presidente da FBVA, Sr. Roberto Suga, Vice-presidente Sérgio Massa e todos os diretores foi iniciado o II Workshop, com a grande participação dos presidentes dos clubes associados. O resultado só poderia ser muito bom em vários aspectos, principalmente para quem dirige um clube de automóveis antigos no Brasil.
Na placa preta algumas alterações foram adotadas, sendo mais flexível para alguns modelos onde não existem mais peças de reposição. Outra foi a adoção de modelos especiais fabricados por empresas especializadas em alterações de veículos, como Dacon, Sulam, Envemo, etc., que fizeram nossa história e não podemos deixá-los de fora. Mas haverá a necessidade da comprovação de notas fiscais ou documentos oficiais.
Na importação de veículos e peças haverá mais ênfase da Federação na atuação deste segmento, representando nossos interesses junto ao Governo Federal.
Ajustes nas competições de regularidade e exposição de veículos completam o bom resultado das reuniões.
Nas questões interessantes apenas para os administradores dos clubes e nem sentidas pelo público em geral, os avanços também foram consideráveis e a informatica entra de vez no segmento para facilitar a vida dos dirigentes e consequentemente melhorar o atendimento aos associados dos clubes.
Quando chegar a nova redação da placa preta eu divulgo a todos.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A COMPRA DE UM VEÍCULO ANTIGO

Parece simples, gostei e comprei, mas com certos cuidados podemos eliminar problemas indesejáveis.

A primeira reação da paixão por um “antigo” é o desejo de possuir, muito fundamental. Antes que a emoção tome conta de seu desejo, raciocine e faça muitas pesquisas para saber mais sobre o automóvel desejado, como preços, raridade, problemas e manutenção.

Entender sobre o modelo desejado é imprescindível para uma compra de sucesso. Hoje, através de sites, podemos aprender muito sobre qualquer modelo de automóvel antigo.

Aprender sobre originalidade, um pouco da história do modelo e, principalmente sobre o valor dos carros praticado no mercado ajudando na conquista, pois conhecerá os extremos máximos, que seria o veículo mais original, seu valor e sobre a história, quantos foram fabricados, para se ter idéia da dificuldade de encontrar peças de reposição. Tudo é relevante.

Em seu pensamento, primeiramente monte um plano para seu veículo antigo:
- qual a utilização?
- qual o ano e modelo mais desejado?
- qual seu tempo disponível para essa empreitada?
- qual o capital máximo a ser investido?

A partir destas respostas veja qual veículo se encaixa o máximo dentro delas.

A utilização é importante, pois saberá se o veículo vai rodar muito, pouco ou quase nada, para certos modelos o quase nada é essencial. 

O ano e modelo é para saber em que valor se encaixe seu sonho, sendo viável ou não e aquilo que se vai encontrar no mercado à venda. Modelos com bastante ofertas tendem a diminuir o valor.

Tempo disponível é para saber se compra um veículo restaurado ou para restaurar. Se não tem tendo para “correr atrás” de uma boa restauração, opte por carro restaurado. É fundamental conhecer profissionais capacitados em restauração de veículos antigos da marca para se dar bem em uma restauração. Fazer serviços duas vezes ou gastar muito são os problemas mais comuns.

O teto do capital a ser empregado é muito importante, porque vai determinar a viabilidade do projeto. Imaginar que se consegue fazer algo com apenas uma ideia superficial de valores, resulta em projetos encostados e inacabados. Pesquise muito antes de comprar um veículo a ser restaurado. Saiba antes de tudo o que tem para fazer e quanto custa de verdade cada item. Tem pessoas que pesquisam preços de pintura automotiva em qualquer oficina, mas para “antigo” os valores podem ser diferentes. Uma cor especial que não fabrica mais ou uma preparação de pintura mais trabalhosa podem encarecer o serviço.

Uma vez tomadas as devidas providencias com seu celebro e as contas – a matemática é exata, não mente – vamos ao trabalho de comprar.


Comprar um veículo restaurado parece ser mais fácil, mas é um engano. Primeiramente deve-se entender muito do modelo para saber quais itens não são originais e quanto custará para deixá-lo impecável. Precisa também de um olhar mais técnico para saber se funilaria e pintura foram realizadas a contento. Se não entender do assunto, pague um profissional de confiança para lhe dar um laudo. Pague, porque pedir favor não responsabiliza o profissional, esse custo será um dinheiro muito bem gasto, pois evitará entrar numa fria. Já vi um caso de um carro se dizer todo original de fabrica, inclusive com os selos nos vidros. Um profissional após vistoria condenou o carro que tinha sido todo repintado, descobrindo também que os selos eram falsos, reproduções caseiras e coladas nos vidros. Quilometragem marcada no velocímetro pode ser facilmente adulterada, inclusive em veículos atuais onde impera a eletrônica.

O veículo aprovado pelo profissional e com cerca de no mínimo 90% das peças originais ou reproduções de qualidade, você estará no caminho certo. O valor pago deverá estar dentro da pesquisa inicial sobre o modelo restaurado.

Comprar um veículo para ser restaurado depende muito de uma boa compra. Não é qualquer veículo que se pode restaurar, alguns não tem potencial para tal sendo lixo mesmo. Lixo porque não tem nada que se aproveite. Não se esqueça que fibra apodrece, quando as camadas de manta de fibra de vidro começam a se soltar, como um doce folhado, pode esquecer, não tem solução.
Há casos em exceção de modelos muito raros, que mesmo estando quase destruído vale o investimento, porque seu valor final é muito alto.
Mais uma vez a matemática entra em ação, veja o preço final de um modelo bem restaurado e quanto custará o investimento total, o resultado será decisivo.
Primeiramente deve-se olhar sua carroceria, se ainda está em sua forma original, que não tenha modificações substanciais, pois retornar a originalidade pode custar muito caro.
Outros dados são: a quantidade de peças originais existentes (restaurar uma peça original sai mais barato que comprar uma reprodução, além do material ser de melhor qualidade e fiel); a mecânica e chassi devem ser originais, mesmo que em mau estado; detalhes de acabamento, como frisos, às vezes difíceis de encontrar, devem ter ou estar no lugar, mesmo que em péssimas condições, pois a partir dessas peças podem ser reproduzidas outras exatamente iguais; e o principal de tudo, a documentação que deve constar corretamente a marca,  ano, modelo do veículo e estar livre de impedimentos.

Como mencionei antes, o veículo a ser restaurado exige dedicação e tempo disponível para “correr” atrás de tudo que possa necessitar.

A escolha de profissionais para cada serviço também é muito importante para evitar desgosto, transtornos ou custos altos.

O profissional deve comprovar sua experiência no serviço a ser executado e no modelo de veículo. Também procure saber de outros clientes sobre seu trabalho. O mesmo vale para aquisição de peças de reprodução. Hoje no mercado existem muitos que só se preocupam em vender e esquecem da qualidade. De vale comprar uma peça barata que não se consegue usar porque não encaixa ou que o acabamento ficou péssimo e acaba jogando fora? Da mesma forma existe empresas que vendem peças caras e se enquadram na situação anterior. Nem sempre preço é associado a qualidade. Qualidade antes de tudo são as peças originais de fabrica. Quando o fabricante se propõe a fabricar com a mesma qualidade da peça original tem o sucesso de vendas. Um puxão de orelha para os fabricantes que insistem em achar que se a peça for cara não vende. Isso pode acontecer com veículos velhos, mas não com veículos antigos. Veículo antigo é aquele que deixou de ser um veículo velho e para ser colacionável.

Então o segredo de tudo está em pesquisas, muitas pesquisas e claro, na matemática. Lembrando sempre que a originalidade em todos os sentidos possíveis é primordial. Para veículos modificados, hots e outros a formula é outra, bem mais complexa, pois o referencial é determinado pelo executor ou proprietário, que nem sempre vai de encontro ao gosto da maioria das pessoas.

Um bom trabalho.


Selo Puma - Comemoração 50 anos (2)

Os selos "50 anos da Puma Indústria de Veículos S.A.",  já estão nas mãos da maioria dos compradores, que receberam ao longo deste mês.  
A folha com doze selos esgotaram. Agora somente com a sorte da desistência de alguns.
O selo representando o começo das atividades da Puma, inicialmente como Lumimari em 1964, mostra em primeiro plano o GT Malzoni #10, um dos três primeiros veículos encomendados pela Vemag-DKW. Um vencedor das pistas. Sucesso tal, que a Lumimari inicou a produção em série do GT Malzoni Espartano no ano de 1965, para atender outros pilotos e depois ao público em geral com a versão Luxo. 
Logo atrás, um Puma GT (DKW), veículo este que não brilhou nas pistas de corridas, pois seu curto período de produção (apenas 1967) não houve tempo hábil para o desenvolvimento. Mesmo assim, alguns Puma GT participaram de competições regionais e de rally. 
Por último, na imagem do selo, o Puma GT Espartano #8, o primeiro Puma Volkswagen de corrida. Um grande vencedor de provas, que abriu caminho para tantos outros Puma nas pistas de todo o Brasil, sempre com muito sucesso.
 Na folha dos selos encontramos duas assinaturas, sendo a primeira de Wagner Pinheiro de Oliveira, presidente da empresa CORREIOS. A segunda assinatura de Francisco de Assis Leme Franco, presidente da CMB - Casa da Moeda do Brasil. Sim, os selos são impressos na Casa da Moeda em Belo Horizonte-MG. Ainda nesta folha encontramos o código de barras numerado (canto superior esquerdo), referente a produção,  não representando alguma numeração de folha, pois todas tem o mesmo número. Por fim, o ano da confecção, 2014, no canto inferior esquerdo.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Selo Puma - Comemoração 50 anos

A ideia surgiu do meu amigo Flávio Braz no final do ano passado. Em negociação com a empresa Correios, enfim saíra o Selo Comemorativo aos 50 anos da Puma Indústria de Veículos S.A. A arte criada  por Felipe Nicoliello e Bruno Nicoliello, desenho com lápis no papel e inclusão digital dos emblemas e texto, representa o nascimento da Puma, através dos Malzoni de corrida, depois a evolução para o Puma GT (DKW) e por fim o primeiro Puma GT (VW), que ganhou o mundo com seu belo desenho. Todas as histórias do sucesso da Puma começaram nas pistas, sem o que, jamais alcançariam em tão pouco tempo, o sucesso mundial.

O selo será vendido por cartela, com doze selos destacáveis e uma imagem maior do selo. São válidos para uso nas correspondências, com valor de 1° porte - Carta Comercial Nacional.
A folha com doze selos custará R$ 50,00 (já incluso o envio) e as reservas podem ser feitas através do e-mail:  felipenicoliello@gmail.com e título "Meu Selo Puma - (nome da pessoa)". Neste e-mail colocar endereço completo, com CEP, Cidade e Estado.

A edição foi limitada em 100 folhas, das quais 10 folhas já estão reservadas.

sábado, 1 de novembro de 2014

Puma+Arts - Puma 50 anos

Nasceu nas pistas para ganhar o mundo - 50 anos de história.

História Puma - Motor boxer 8 cilindros

Esse motor boxer a ar de 8 cilindros e 3.200 cc  foi criado pela Puma em 1971, pelo Eng° Milton Masteguin, sócio-proprietário da empresa. 
Motor Puma 8 clindros
 O motor foi montado em uma plataforma de Karmann-Ghia e segundo Newton Masteguin, filho de Milton, que nos conta:
"Eu testei esse motor com meu pai, em um chassi de KG e os bancos, mais nada, em plena Avenida Presidente Wilson! Baita loucura. Felipe, era colocar qualquer marcha, soltar a embreagem e as rodas dianteiras saiam do chão!!! Se tivesse evoluído..."
Realmente Newton, se tivesse evoluído seria o caminho seguido pela Porsche anos antes, tanto que já falavam que o motor 8 Puma seria o Porsche nacional. A ideia foi juntar dois blocos de motor VW soldados, com apenas um eixo virabrequim, um eixo comando, um distribuidor e quatro carburadores Solex 32. O virabrequim e comando eram fabricados pela Puma, sendo o comando baseado no Comando Puma P3.
Hoje, existe um motor boxer a ar de 8 cilindros no Museu do Automobilismo Brasileiro do Paulo Trevisan, em Passo Fundo-RS. Eles achavam se tratar do motor dos irmãos Jamaro, mas assim como o motor dos irmãos Fittipaldi no Fitti-Volks, eles utilizavam um acoplamento por junta elástica entre os motores e não soldados os blocos.
O Dr. João Cesar Santos me enviou as fotos abaixo do motor existente no Museu e claramente observamos se tratar do motor Puma 8 cilindros.
 Com apenas um distribuidor...
 ... E blocos soldados.

História Puma - Montagem GTI / GTC

As imagens circularam as redes sociais há algum tempo, sobre a montagem dos modelos Puma GTI e GTC. Tentei em vão localizar a área fotografada, com esse teto baixo, mas ninguém da turma antiga soube dizer. As fotografias devem ser de 1981 ou 1982. Interessante notar o teto solar SlideAway (corrediço) no Puma branco.
Outro fato são as cores, diferente do que muita gente pensa, a cor mais preferida sempre foi o branco. Cores metálicas e escuras eram em menor número.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Número do Produto e Linha de Produção

Sobre o número do produto falamos anteriormente em Número do produto Puma, e lá é explicado porque esse número existia, coisas da fibra de vidro. Interessante ressaltar que as carrocerias ficavam expostas ao tempo para a cura completa da resina de poliéster durante alguns meses. 
Vejam que as carrocerias estão marcadas com o n° do produto

Claro que no começo da produção de 1968, esse tempo deve ter sido reduzido e muito, pois eles tinham pressa em montar os veículos para venda e ganhar dinheiro para pagar as contas, que quem tem empresa sabe que elas não param.  
Dispostas assim para a secagem, quando pegavam para a montagem, respeitavam as datas, mas não a numeração. Isto porque as primeiras devem ser as de baixo e as últimas as de cima em uma leva fabricada na mesma semana. Então a ordem era a que já estava em seu tempo correto e que estava mais fácil.
Com isso, a ordem de produção não era exatamente pelo número do produto (n° da carroceria) e sim, a ordem escrita no Livro de Registro de saída e posterior faturamento (nota fiscal).  
Vejam o exemplo abaixo extraído do Livro, gentilmente cedido pelo amigo Rubens Rossato:
O n° 17 foi o décimo primeiro a ser entregue. Já o n° 5 foi o décimo segundo a ganhar as ruas.
Em alguns momentos desses seis anos de Puma Classic e dos doze "pregando" a originalidade, devo ter falado que até o n° 50 do Puma GT VW utilizava painel de metal e a partir daí utilizando o painel de imitação de madeira. Mas esta afirmação está incorreta. Depois de conhecer exatamente os registros, analisamos que não podemos fazer uma afirmação desta, pois a metodologia de fabricação aplicada, não consistia na formalidade de sequência dos números. Neste caso, a matéria sobre o Painel do Puma GT 1968 de março de 2012, ainda é válida, pois não cita número e apenas a identificação da carroceria. Se tiver a tubulação de ar (laminada internamente) direto ao painel, utiliza painel de metal. Se esta for direto junto ao para-brisa é painel de madeira.
Outro caso já citado no Puma Classic é quanto aos quadros de vidros das portas, que no catalogo de peças do concessionário Puma cita que a partir do n° 250, houve mudança nos quadros. Isto é válido, pois a Puma ressaltou a mudança, colocando um ponto inicial e término para tal peça. Se não fosse isso, dificilmente poderíamos identificar esse tipo de mudança, ao contrário do painel que altera peças incorporadas na carroceria.

Anuncio (143) 1.000° Puma

 A imagem desta propaganda está rolando no Face, sobre o Milésimo Puma fabricado. A notícia foi veiculada pela revista Auto Esporte em outubro de 1971, dizendo que em 1° de setembro de 1971 saiu da linha de montagem o milésimo Puma. Interessante notar a inclusão das novas rodas modelo "Estrela" desenhadas para o modelo 1972.
O artigo também cita o motor de 8 cilindros idealizado pela Puma. Diferente daqueles que surgiram naquela época, o 8 cilindros Puma era a junção de dois motores VW a ar, mas com um único virabrequim e único eixo comando, os dois fabricados pela Puma. O projeto não foi avante, porque a Puma se concentrava nas vendas para exportação, com um novo contrato para a Suíça. Uma pena, afinal seria o mesmo caminho feito pela Porsche.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Visita dos europeus em São Paulo (1)

Os pumeiros que vieram da Europa para 10° Encontro Nacional do Puma chegaram em São Paulo-SP. Abaixo os amigos: o suíço Walter e o alemão Jürgen. 
 Hoje fomos até a Atlas Acessórios, na Avenida Duque de Caxias. Chegando lá, o Walter abriu o sorriso e pulou do carro e foi admirar as peças nas prateleiras. Qualquer apaixonado por antigos entrando na Atlas parece estar dentro do bolo de festa.
 O Jürgen mais contido, não deixou por menos, tem a peça tal para meu Puma?
 Flagrante: o meu amigo Sergio Fontana, proprietário da Atlas, dando uma "gambiarra" nas rodas do Porsche 356 A Roadster, réplica Chamonix.
Sexta-feira tem mais visita.

Pelo retrovisor de um Puma

A volta para Brasília / Goiânia daqueles que vieram de Curitiba. A Rodovia Anhanguera ficou "pumeada".
Vocês não perceberam direito, mas com um super programa da Tabajara Point, podemos tirar os disfarces e enxergamos os pumas lá ao fundo na mata da estrada, além dos coloridos que passavam.

Sessão Tela Puma - Trailer do filme Homem Carro

Anísio Campos

A produtora do filme Raquel Valadares, filha de Anísio Campos finalizou o filme sobre a vida de seu papai, como ela nós diz e vale a pena ver o trailer no link citado abaixo:
Finalmente! Recompensas e filme prontos!
Queridos apoiadores,
Foi um looongo processo, mas finalmente o filme está concluído! Não é fácil fazer um longa-metragem, ainda mais de forma independente. Para isso, foi fundamental contar com o fabuloso apoio de todos vocês e com outros apoiadores importantes ao longo de toda essa jornada para dar conta de todos os gastos que são necessários para um processo que durou ao todo 4 anos e de produção, 2!
Foram necessários muitos dias de filmagem, com idas e vindas a diferentes estados do país para ir ao encontro de colecionadores e conversar com amigos e fãs do Anísio. Viajar com o Anísio em busca das histórias de alguns de seus carros exigiu uma logística complicada e feita com muito cuidado.
Foi uma longa luta, tendo ainda que lidar no meio do processo com problemas de saúde do Anísio (que felizmente foram devidamente tratados) com um grande tempo de edição e finalização para deixar o material da forma como o Anísio merece.
E finalmente temos o filme finalizado, lindo, como queríamos desde o início.
As recompensas todas serão enviadas para os seus endereços até o dia 07 de novembro. 
Os apoiadores com direito ao link exclusivo para assistir ao filme em primeira mão também receberão o link e a senha até o dia 07 de novembro, com as devidas instruções.
Até lá, fiquem com o trailer do filme, que está disponibilizado no link http://homemcarroofilme.com.br/ . Compartilhem!
Estou sempre disponível pelo facebook da Anima Lucis, minha produtora.
Saudações!
Raquel Valadares

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Puma 50 anos - Curitiba (9) O jantar

O jantar promovido pelo Puma Club do Brasil - Curitiba foi espetacular, o restaurante atendeu mais de 300 pessoas e não pisou na bola, com fartura, refrigerantes, água e vinho. 
Aí vem um cara de Jaboticabal conhecido por Robertinho das pumas e enche minha mesa de Aguardente de Cana PUMA. "Nóis toma!"

 Teve até um conjunto para animar a festa... Da época do Erasmo Carlos, com o sugestivo nome de "Os Gatos".
 O telão que ficou passando fotos do evento.




 O Comandante Heriberto Gomes de Natal-RN estava sério, só nesse momento.
 O nosso amigo Rubens Rossato (D) sempre fazendo contato ou negócios.

 Esse de camisa laranja é o responsável pela caninha Puma.
 O Ricardo Rodrigues de Santos-SP.
 Os alemães Jürgen, Walter e Jens, que é o Presidente do COI - o Puma Club da Europa.
 Agora junto com eles outro alemão, radicado no Brasil há décadas, o Uli de Campinas-SP.
E o meu pupilo Leandro Guilherme de Londrina-PR fazendo posse a la Theo Pereira.

Puma 50 anos - Curitiba (8) A exposição II

E a exposição tinha mais e mais Puma, como esse belo GTC verde na turma de Brasília-DF.



 Muitos carros e bastante gente visitando, além dos proprietários.
 O Mário de Londrina-PR descansando e contando seus causos sentado na cadeirinha.

 É um raro AM2.

 O GTB do Tarzan, vindo de Foz do Iguaçu-PR.
 Os amigos.
Ricardo Pozzi, Leandro de Londrina, eu e Pozzinho.
 Esse belo GT 1969 esteve à venda durante muito tempo na Internet até que foi comprado e hoje está em Curitiba. Ele só apareceu no domingo, por isso muitos não viram.
 Apesar das marcas do tempo, ele ainda está bem original.
 Apenas detalhes como maçanetas e lanternas traseiras sofreram alteração.
 Apesar do acabamento do painel ter sido forrado, quando deveria ser imitação de madeira, os instrumentos e volante ainda são originais e mais, o botão central do volante é originalíssimo, com as marcas do tempo, coisa que poucos exibem.