O Puma GTE é do meu novo amigo Brandon Nelson de Houston, Texas, USA. Ele me conta que o ano do seu Puma era dado pelo número do motor, porque o Puma chegava na forma de kit car e a mecânica era colocada nos Estados Unidos, assim o ano do Puma dele é 1967, mas na verdade é um modelo 1977. O Brandon é um grande apaixonado por Puma e mantém o maravilhoso site http://www.pumagte.com/.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Puma pelo mundo
Dia após Dia
No site da Globo, do seriado Malhação, aparece a foto acima onde: Deconfiado, Gabriel segue Alexia até a Comunidade dos Anjos, assim diz o título. Ao fundo vemos um Puma GTE branco possivelmente 1971 ou 1972, por causa do painel traseiro. O vigia e capô são iguais nos modelos de 1968 até 1972, mas o painel traseiro é singular apenas nos anos de 1971 a 1972.Esse deve ficar jogado por aí durante muito tempo. Quem me alertou para o link foi o noveleiro e amigo Léo Gaúcho.
Opinião do Leitor
Olá, Felipe
Li sua matéria no "site" comentando sobre a volta da fabricação dos famosos escapamentos Kadron.
Imediatamente enviei e-mail para o endereço eletrônico constante no corpo da matéria e logo no dia seguinte entrei em contato com o pessoal da fábrica, por telefone.
Encomendei e recebi hoje ( 17/12) duas unidades para instalação nos meus GTE's. Ainda não os instalei, mas em breve espero estar ouvindo novamente o "som do Puma".
Mas quero deixar aqui registrado meus agradecimentos à você por tantas e importantes informações para nós, simples mortais, podermos trazer nossos Puminhas cada vez mais perto da originalidade.
Quero, também, parabenizar e agradecer ao pessoal da Ecoscape, Sr. Mario e sua equipe, que contornaram obstáculos e superaram dificuldades (além de me aguentarem no telefone) assim como à srta. Marina, representante da distribuidora em São Paulo, que, todos eles, não mediram esforços para atenderem ao meu pedido.
Mais uma vez, agradeço a todos, em especial a você, que nos brinda diariamente com seu incomensurável conhecimento sobre as ferinhas.
Grande abraço.
Walter Stigliano
Li sua matéria no "site" comentando sobre a volta da fabricação dos famosos escapamentos Kadron.
Imediatamente enviei e-mail para o endereço eletrônico constante no corpo da matéria e logo no dia seguinte entrei em contato com o pessoal da fábrica, por telefone.
Encomendei e recebi hoje ( 17/12) duas unidades para instalação nos meus GTE's. Ainda não os instalei, mas em breve espero estar ouvindo novamente o "som do Puma".
Mas quero deixar aqui registrado meus agradecimentos à você por tantas e importantes informações para nós, simples mortais, podermos trazer nossos Puminhas cada vez mais perto da originalidade.
Quero, também, parabenizar e agradecer ao pessoal da Ecoscape, Sr. Mario e sua equipe, que contornaram obstáculos e superaram dificuldades (além de me aguentarem no telefone) assim como à srta. Marina, representante da distribuidora em São Paulo, que, todos eles, não mediram esforços para atenderem ao meu pedido.
Mais uma vez, agradeço a todos, em especial a você, que nos brinda diariamente com seu incomensurável conhecimento sobre as ferinhas.
Grande abraço.
Walter Stigliano
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Escapamento Puma VW (3)
O escapamento esportivo e exclusivo do Puma nasceu em 1968 junto com o modelo Puma GT 1500 (VW), assim como a dupla carburação. Esse escapamento nada tem a ver com os atuais Kadron, suas curvaturas e localização do abafador eram diferentes, como mostra a foto abaixo.
Esse modelo de escapamento vigorou por muitos anos na linha de montagem. Os modelos que estão nessa linha são os GTS e alguns GTE (tubarão) em começo de 1974.
E podemos perceber claramente a forma do escapamento instalados nos Puma naquela época.
O projeto desse escapamento foi revisado em 1974, como mostra a planta, com detalhes das curvaturas e por dentro do abafador. Esse projeto deve estar em posse do Puma Club do Brasil.
Somente a partir de 1976 começou o novo escapamento que todos conhecem como Kadron.


Com a notícia da volta da fabricação do escapamento Kadron, muita gente ficou feliz e agora eu azedo o leite das crianças... Minha função aqui é informar e infelizmente a informação correta é essa. Mas não sou adepto de extremismos e certos preciosismos. Vamos raciocinar: mandar fazer um escapamento igual a esse é plenamente possível. Quanto vai custar? Os olhos da cara. Ele instalado não mudará em nada o visual do Puma e seu ronco será igual ao Kadron, afinal os dois tem a mesma concepção, havendo a mudança apenas na localização do abafador e ajustes das curvas para tal. Lembro bem em 1974, quando meus vizinhos chegavam em casa, dois jovens cada um com seu Puma Tubarão novinhos. Não precisa vê-los chegando, apenas ouvia o ronco do motor, pois a sonoridade é inconfundível.
Conclusão, para ficar escondido e com o mesmo ronco característico do Puma, o atual Kadron satisfaz muito bem. Importante é ter o Kadron de volta, isso sim.
Fora de área - O maior diorama do mundo
Por Christian Heinemann
Em Hamburgo na Alemanha existe o maior diorama do mundo em escala 1:87, o Miniatur Wunderland.
Os gêmeos de Hamburgo conseguiram construir a maior maqueta de modelismo ferroviário do mundo. Isto é loucura!!!
Com um grande aeroporto, onde decolam e aterrizam aviões!
Onde circulam carros de bombeiros.
Eles já gastaram mais: de 12.000.000,00 € e mais de 1200 m² de área de modelismo, 13 Km de linhas, 900 trens, 215.000 figuras, 300.000 luzes, e… e… e… !!!
Recebem anualmente mais de 1 Milhão de visitantes e continuam a construir mais. Até agora já foi feito: a Alemanha, USA, Suécia, Dinamarca, Noruega, Áustria, Suíça e um grande aeroporto.
Engraçado são estes pequenos cenários!
É obrigatório ver este vídeo!!!segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Maçaneta do vidro Puma - 1967 até 1976 1a.S
Já falamos alguma coisa sobre o assunto em Revestimentos Laterais Internos. Agora falaremos mais especificamente sobre a maçaneta do vidro do Puma desde seu início.
Quando a Puma lançou em 1968 o novo Puma GT com motorização VW, continuou com o mesmo sistema das portas do antigo GT. As mesmas maçanetas, trincos, mecanismo e fechadura do Fissore. Só que a Vemag DKW fechou as portas em 1967, mas essa maçaneta continuou sendo fabricada, pois a Volkswagen, que comprou a Vemag, aproveitou essa maçaneta para colocar em seu novo lançamento para 1969, o VW 1600 4 portas, o famoso "Zé do Caixão". Uma das poucas peças aproveitadas da linha DKW pela Volkswagen. Depois do "Zé do Caixão", elas também foram instaladas no VW Variant, VW TL e Karmann Ghia.
Aí como o mercado é forte para esse tipo de maçaneta com vários automóveis utilizando, as réplicas vieram para abastecer o mercado de antigos. Claro que as réplicas nem sempre são tão boas como as originais. O primeiro detalhe é a capa plástica que cobre o metal, a original tem o desenho bem mais detalhado e de qualidade superior.
Pelo verso, vemos que a maçaneta original tem um encaixe mais perfeito do plástico, além de conter um rebite metálico de melhor qualidade para não soltar facilmente o botão e as estrias que encaixam na máquina do vidro tem um acabamento melhor, mostrando ser mais bem tratado o metal, para não gastar facilmente..
Essas maçanetas originais eram fabricadas pela Ellen Metalúrgica e Cromados Ltda.
As imagens foram gentilmente cedidas pelos meus amigos Léo Gaúcho e JM.
Dia A Dia
Essa foto o meu amigo Marcos Gagliardi cliquou na Praça João Mendes, em frente ao Forum de São Paulo, no dia chuvoso de 9 de dezembro de 2011. Quem gosta usa, mesmo nesses dias. Apesar de alguns detalhes não originais, como usar lanternas de Opala e rodas gaúchas, ainda é um Puma GTS 1979 ou 1980.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Escapamento - A volta do Kadron
Foto na mesa de medição da fabrica ECOSCAP
Para felicidade geral da nação Puma, o modelo de escapamento que a Kadron produzia está de volta. Recebi hoje a confirmação desse fato. O som desse modelo de escapamento virou marca registrada de Puma, ninguém se refere ao escape Kadron como um escapamento esportivo, e sim como escapamento Puma.
O Everton me escreveu pedindo algumas imagens de propagandas da Kadron e aproveitou para explicar o por quê da solicitação:"Só para você entender, eu sou da ECOSCAP que é a atual fabricante dos antigos itens Kadron para o mercado de reposição, a Magneti Marelli atuará agora apenas na vendas para montadora. Como o nome Kadron, não entou na negociação estou juntando as antigas propagandas para bolar uma estrategia de marketing para nossa nova marca.
O escapamento do Puma te informo, que já estamos produzindo-o com a Marca ECOSCAP, o produto é exatamente o mesmo que era produzido pela Kadron, o código passou de K550100 para E550100..... Os gabaritos de Soldagem são os mesmos e os de inspeção também. O produto tem uma ótima montabilidade e o ronco, não preciso nem comentar (temos ele com o abafador preto ou em chapa galvanizada, a aranha é sem pintura nos dois casos). Já estamos produzindo também os demais itens da extinta linha Kadron (o escape original do Fusca por exemplo é o único do mercado idêntico ao original), além também dos itens de carros mais recentes (Fiat, VW, GM, etc.). Hoje temos distribuidores em São Paulo - Capital e Interior, além dos Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina, mas eles vendem apenas para lojistas. Estamos expandindo nossa rede de distribuição aos poucos. Para vender no varejo o melhor canal é o e-mail vendasecoscap@gmail.com ou a outra opção seria por telefone (19) 3893 2187 com Darci ou Cozer. Desde já agradeço a ajuda novamente. Everton"
Vejam que a linha VW também foi beneficiada, porque não tínhamos mais escapamentos decentes para Fusca, Brasília, Variant, TL, TC e Karmann Ghia.
Vamos Salvar o Museu (2)
O Museu Nacional do Automóvel - Brasília, que já falamos em salvá-lo aqui. Hoje deveria deixar as dependências onde está instalado.
A luta pela sensibilização continua, com o vídeo transmitido pela TV Globo de Brasília sobre a questão do museu.
Link da reportagem da Globo:
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/12/museu-do-automovel-no-df-tem-ate-sexta-para-deixar-predio-de-ministerio.html
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/12/museu-do-automovel-no-df-tem-ate-sexta-para-deixar-predio-de-ministerio.html
O nosso amigo Roberto Nasser sugere que escrevam para os deputados de seu Estado pedindo
uma intervenção direta junto ao Ministério dos Transportes, com o objetivo de deter a ação até que o Museu encontre com o governo do Distrito Federal um lugar para se instalar.
Link com e-mail de Deputados da Câmara atual:
http://www.camara.gov.br/internet/deputado/Dep_Lista.asp?Legislatura=54&Partido=QQ&SX=QQ&Todos=None&UF=QQ&condic=QQ&forma=lista&nome=&ordem=nome&origem=
http://www.camara.gov.br/internet/deputado/Dep_Lista.asp?Legislatura=54&Partido=QQ&SX=QQ&Todos=None&UF=QQ&condic=QQ&forma=lista&nome=&ordem=nome&origem=
"Se conseguirmos evitar o despejo será a vitória de ocasião. Obrigado pelo apoio. Roberto Nasser"
MENOS UM - GTE prata
O Kevin, leitor e apaixonado por veículos antigos achou essa foto na Internet. Realmente nunca mais voltará a ser um Puma, agora é um protótipo de um novo carro.
Logo depois da publicação, o meu amigo Marcos Gagliardi, repórter fotográfico do Puma Classic, me mandou as fotos abaixo. E como o meu amigo Irineu comentou, esse Puma está assim há mais de cinco anos, dos tempos que íamos na Avenida José Maria Witaker em São Paulo. Eu o vi pessoalmente, mas não lembrava.
Fora de área - DKW Monza e Melkus
Por Christian HeinemannDuas reportagens sobre os irmãos do GT Malzoni com duas variantes de motor 6 cilindros. No DKW Monza foi instalado um V6 de verdade, com bloco novo desenvolvido pelo construtor Hans Müller que morava na vila de Andernach (instalado no carro branco/marfim). Entre os aficionados por DKW o motor ficou conhecido como motor Müller-Andernach. Ao invés dos 1000 cm³ e 55 cv o motor tinha 1200 cm³ (60 mm de diametro e 70 mm de curso, 80° de ângulo entre as bancadas) e 80 cv a 3800 rpm. O motor pesa menos de 80 kg e mede 43 cm de comprimento. Houve também versões com 1300 cm³.
O número de motores V6 produzidos é desconhecido, fala-se de cerca de 50, ao preço de 15.000 marcos (uma fortuna na época). Esse motor nunca saiu do estágio de protótipo, já que a decisão da DKW de parar os trabalhos foi tomada bem no início do seu desenvolvimento. No Áustria Motor Journal foi publicado em 1966 um teste do DKW F102 com o motor V6, atingindo 100 km/h em 12,6 segundos.
O primeiro protótipo do DKW-Monza foi feito em chapa de aço pela firma Dannenhauer e Stauss de Stuttgart. Seu criador foi o piloto Günther Ahrens que via potencial na mecânica DKW se combinada com uma leve carroceria de fibra. São interessantes aqui os paralelos nas histórias do DKW-Monza e o GT Malzoni. Entre 1955 e 1957 foram produzidos cerca de 15 veículos. O número 6 foi levado para a pista de Monza, aonde na sua classe quebrou 5 recordes de longa distância em dezembro de 1956, por exemplo: 10.000 km com velocidade média de 139, 45 km/h. Daí surgiu o nome DKW-Monza.
Depois teve início a produção em série, 20 veículos em 1957 (Fritz Wenk e firma Massholder) e mais 40 em 1958 (Robert Schenck). Depois não foram mais fornecidos chassis pela DKW e, como também não havia interessados foi encerrada a produção. Um fato interessante é que as carrocerias de fibra eram produzidas a partir de somente duas peças de molde, a parte superior e a inferior. As duas partes eram coladas e rebitadas a olho nu e depois se serrava as aberturas para as portas e tampas. Com isso sempre havia erros de simetria.




O outro 6 cilindros dois tempos é uma criação de Marco Brauer, um aficionado por Melkus. A ideia para o motor surgiu quando ele ganhou uma carroceria de Melkus. Como ele já tinha um coupé decidiu fazer um roadster. A execução deste projeto foi fácil, mais difícil foi a realização de uma outra ideia que já há tempos estava na sua cabeça, um motor com mais potência.Ainda nos tempos da antiga Alemanha Oriental a equipe do Heinz Melkus havia tentado fazer um duplo 3 cilindros, porém teve dificuldades no acoplamento dos dois motores. Brauer colocou os dois motores para trabalhar em paralelo, acoplados por correias dentadas. Os motores ficam levemente inclinados formando um V6, porém com dois blocos. Para deixar os coletores de admissão entre os dois blocos e os de escape nas laterais externas, um dos motores tem que trabalhar invertido, rodando para trás. Isso não causou problemas e o resultado foi a soma de dois motores com um total de 2000 cm³.
Não há dados sobre a potência do motor, mas é suficiente para o roadster atingir bem mais de 200 km/h. O Melkus original tinha 1000 cm³ e 70 cv na versão civil, atingindo 170 km/h graças ao seu coeficiente aerodinâmico de 0,29. A versão de corrida tinha 100 cv e atingia 210 km/h. O mais complicado no motor 2000 foi o sistema de arrefecimento com uma centralina própria que comanda a bomba de água e o ventilador elétrico.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Cuidados ao comprar o carro antigo - Puma
Comprar um Puma, como qualquer outro carro antigo não é tarefa das mais fáceis. Por isso aconselho sempre, procure entender do automóvel escolhido, pesquisando e sabendo detalhes que poderão ser importantes na aquisição, porque representam custos de alteração para originalidade ou mesmo conserto. As vezes são irreversíveis. Escolha o modelo que mais agrade, pesquise muito sobre esse modelo, estude bastante e vá a luta. Se errar em alguma coisa, as chances vão ser bem menores, do que daquele que não entende nada. Existe no mercado muitos belos Puma vendendo, com detalhes de carros mais modernos ou com peças que nunca foram Puma, mas o vendedor ilude com afirmações que parecem verdadeiras.
Então vamos ajudar um pouco com alguns itens, que não abrangem tudo, mas já é um começo.
O Puma quase não tem detalhes marcantes, mas os primeiros modelos 1968 até 1972 tinham o famoso bigode, um vinco na frente que corta o capô e vai para as laterais. Fazer esse vinco somente especialistas conseguem na forma, altura e espessura.
Nos modelos até 1973 existiam a bolha nos faróis. As bolhas de acrílico custam mais de meio salario mínimo e o principal é a funilaria e pintura se não existir. Assim como as lanternas dianteira, que diferem de 1968 até 1971, o modelo abaixo 1972 e os mais vistos, redondas a partir de 1973. Funilaria nesse item também custa.


A traseira dos modelos até 1980, como GTS e GTE tem as lanternas de Kombi. Já os modelos GTI e GTC 1980, modelo 1981 tem as lanternas de Brasília. Se estiverem trocados, a alteração consiste na substituição de toda a traseira, serviço que as vezes não compensa.Os limpadores são outros vilões, principalmente os cruzados dos modelos 1968 até 1973 e alguns 1974. Esses limpadores não é fácil de conseguir e seus braços e palhetas vindas do Fissore DKW estão muito difíceis de conseguir. Se estiverem errados vai acarretar em sérios problemas de peças e funilaria.

Maçanetas são sempre um grande vilão, seja por estarem erradas, necessitando de compra, funilaria e pintura ou pela raridade, como nos modelos de 1968 até 1972, as maçanetas de Fissore.


Detalhes como os espelhos não devem ser preocupantes, por ser uma peça relativamente barata e encontrada reproduções muito fiéis e de boa qualidade. A preocupação deve ser se o carro já está restaurado e o espelho estiver errado ou fora de posição. Uma mudança acarreta serviços de funilaria e pintura.
A capota é outro item a ser analisado. O tecido deve estar em boas condições e suas costuras nos lugares certos. A capota é como um terno, se as costuras estiverem mal feitas, o caimento não será perfeito. Olha-se a estrutura de articulação se não está podre ou muito enferrujada, isso representa custa. Se tiver a capota rígida que foi de linha de 1971 a 1976 1a. série, o valor aumenta bastante pela raridade da capota.A cor é um dos grandes empecilhos para quem quer a placa preta. Um carro restaurado com cor moderna é muito bonito, mas não passa em avaliação para requisição da placa preta.

No painel de 1973 a 1976 1a. série o valor deve ser dado a sua aparência sem buracos de rádios ou outros, que custaram para serem arrumados. Já sua estrutura metálica quase sempre está em bom estado.
O painel de 1976 2a. série em diante são todos quase iguais, mudando alguns botões em 1979. O que se deve olhar é o seu estado geral, painéis quebrados quase sempre devem ser substituídos e custam caro.
Os bancos dos modelos 1968 até 1972 diferem entre si em pequenos detalhes, mas a estrutura é a mesma para todos. Os bancos mais caros da linha Puma.
Os bancos do modelo 1980 em diante difere pelo reclinador de dois parafusos e tecido, o importante é a estrutura ser original e o reclinador, duas partes atualmente muito caras. O tecido, apesar da forração não custar menos que dois salários mínimos, ainda assim existe opções de trabalhos mais baratos.
O console é uma parte que se deve tomar cuidado nos modelos de 1971 a 1976 1a. série, por ser um item caro. Já nos modelos posteriores o valor não é tão alto, mas pode ser considerado.


O console é uma parte que se deve tomar cuidado nos modelos de 1971 a 1976 1a. série, por ser um item caro. Já nos modelos posteriores o valor não é tão alto, mas pode ser considerado.
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