O meu amigo Ronaldo Brochado, ex-engenheiro da Puma fez um comparativo do Malzoni II (de aço, que acabou de ser restaurado pelo seu filho Kiko Malzoni), como um Ferrari da época.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Escola Italiana (4)
Todos sabem que ítalo-brasileiro Rino Malzoni sempre se inspirou na Escola Italiana de Design, onde falamos aqui.
O meu amigo Ronaldo Brochado, ex-engenheiro da Puma fez um comparativo do Malzoni II (de aço, que acabou de ser restaurado pelo seu filho Kiko Malzoni), como um Ferrari da época.
Não querendo puxar a sardinha para nosso lado, imagine, mas acho as linhas do Malzoni II mais harmoniosas que do Ferrari. O vigia abrangendo as laterais dão mais leveza ao conjunto e as lanternas traseiras embutidas deixam a bunda mais pronunciada e limpa. Já o contorno do vidro das portas o Ferrari é mais suave e bonito. Aqui só estamos falando de desenho, porque em questão de mecânica não tem nem discussão, a não ser que o Flávio Gomes apareça para defender o 2 tempos.
O meu amigo Ronaldo Brochado, ex-engenheiro da Puma fez um comparativo do Malzoni II (de aço, que acabou de ser restaurado pelo seu filho Kiko Malzoni), como um Ferrari da época.
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Anuncio (90) Rodão
O anuncio enviado pelo meu amigo Mazinho é da loja Rodão de São Paulo, quando ainda só tinha loja na Rua Augusta, possivelmente em 1972. Mazinho, aí não tem nada de Puma!!!! Mas é bom para esclarecer.
A roda Estrela que aparece no anuncio, também fabricada pela Scorro, não é de Puma. Era um modelo parecido e alternativo, da época em que a Scorro ainda não tinha licença da Puma para mandar as rodas Estrela Puma ao mercado de loja de acessórios, mas nunca com o logotipo Puma. Então eles fizeram uma parecida, veja no comparativo abaixo. A similar tem as pontas da estrela mais agudas que a estrela da Puma, além de parecer realmente uma estrela de cinco pontas, quando a da Puma somente lembrava uma estrela.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Evento de época - Águas de Lindóia 2004

O primeiro evento que meu Puma participou e já foi logo recebendo o troféu das mãos do Newton Masteguin. Meu filho sempre ao meu lado desde o começo da restauração.
Eu, muito inchado por ter passado por uma cirurgia da tiróide uns 20 dias antes, exibia a grande falta de hormônios. Achavam que eu era um japonês (pelos olhos fechados) engraçado, oriental de nariz grande!?
terça-feira, 22 de março de 2011
Foto do dia
Nada como ver um lindo. Se estiver brilhando no mundo afora, melhor ainda. Agora junto com a bandeira do Brasil em exposição na Alemanha, aí é um SHOW! O Puma GTS é do mestre em Puma na Alemanha Jürgen Munz, um alemão bem brasileiro.
Locação de Puma
Novidade! Vejam o que o meu amigo Daniel Capucci está fazendo com a coleção de antigos dele:
Lembram do GT 1969 que era do Gutenberg do Rio de Janeiro, agora virou estrela.
Também um GTS 1973.
Um Puma GTE 1974 muito parecido com aquele do meu amigo Dinho Amaral (Rio), que depois veio para São Paulo nas mãos do meu amigo Alexandre Murad e agora é do meu amigo Roberto Octavio do Rio.
Além de todos os Puma, entraram no hall o Envemo Super 90...
... E o Spider 550.
Tem mais veículos. Interessou? O site é http://www.presencecars.com.br/ .
Fora de área - Ajudando a concorrência SP2
Para aqueles que gostam dos dois esportivos, o Puma e SP2, ajudem a turma do VW SP a montar o cadastro nacional, afinal este também foi um brasileiro de valor, apesar de não ser tão bom quanto o Puma. Tendencioso eu? Imagine sou imparcial...
Razão Social Puma
Já abordamos o assunto de uma forma indireta, quando da publicação da matéria Plaquetas de identificação, agora falamos especificamente sobre o assunto Razão Social (nome de registro de uma empresa), que ainda gera comentários errôneos em nosso meio.
A fabrica começou suas atividades em 2 de outubro de 1964 com a Razão Social "Sociedade de Automóveis Lumimari", nome pelo qual foi criado usando a primeira sílaba do prenome dos sócios da empresa, Luis, Milton, Marinho e Rino.
Em 1966, com saída de Marinho e entrada de Jorge Lettry na sociedade, este pediu a mudança de nome da fabrica, porque Lumimari lembrava mais uma fabrica de luminárias que fabrica de automóveis, segundo Lettry. Sugeriu então o nome Puma, o felino das Américas. Como era moda associar automóvel esportivo a animais velozes ou ferozes, a sugestão foi aceita de imediato, nascendo assim a PUMA VEÍCULOS E MOTORES LTDA. O "ltda" quer dizer limitada, ou seja, empresa de dois ou até sete sócios. E assim foi até 1974.
Nesse ano, em algum momento antes de setembro de 1974, a razão social mudou passando a ser sociedade anônima de capital fechado, ou seja, vários sócios, mas sem ações na bolsa de valores. Agora o nome adotado era PUMA VEÍCULOS E MOTORES S.A.
No ano de 1976, a Puma faz outra alteração contratual, abrindo suas cotas para o mercado de ações, mudando a razão social para PUMA INDÚSTRIA DE VEÍCULOS S.A., visando aumentar sua produção e expandir os mercados de atuação. A forma durou até o final das atividades em São Paulo em 1985.
Com venda da Puma em 1986 para Rubens Maluf do Paraná, a razão social não foi adotada, talvez por questões jurídicas e fundada uma nova empresa chamada Araucária S.A., mas o nome dos produtos continuava o mesmo: Puma. O nome de um produto não é necessariamente ligado à razão social, não há necessidade de sua inclusão no Contrato Social, mas para se ter certeza de sua propriedade há necessidade de registro no I.N.P.I. - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Portanto o nome Puma registrado no INPI, na classe automóveis foi junto na compra da fabrica.
Em 1987 mais uma vez a fabrica é vendida para outro grupo paranaense, a Alfa Metais. Na verdade seu diretor superintendente Nivio de Lima comprou a Araucária em seu nome. Em seguida fundou a empresa Alfa Metais Veículos S.A., que obteve da Araucária o licenciamento da marca Puma e seus produtos pelo período de dez anos. Passados o período à marca registrada voltou para Araucária, que apesar de inativa, tem seus registros e impostos em ordem, ao contrário da Alfa Metais que entrou em falência.
Hoje a marca Puma no INPI sofre uma ação jurídica pela disputa da marca, pois foi dada como extinta e outra pessoa solicitou o registro. O proprietário pode contestar, aliás, deve, senão perde a marca. Outro fator para perda da marca entrando em questão jurídica, se a marca fica sem utilização pelo período superior a dois anos, outros podem requerer a caducidade, mesmo sendo mantida renovação e o pagamento do registro a cada período de dez anos.
Se a Araucária não fez isso, corre o risco. Ela teria que vender nem que fosse calotinhas chamadas Puma e emitir notas fiscais a cada dois anos.
Ouvi rumores que a disputa pela marca seria com um grupo carioca que quer voltar a fabricar o caminhão Puma. Aliás esse foi o grande objetivo do Nivio de Lima, porque seu grupo Alfa Metais já fabricava eixos, tambores e outras peças de caminhões, inclusive eram fornecedores da Puma e só faltava a carroceria e nome Puma para fabricar o caminhão inteiro, um produto que sempre foi bem aceito no mercado do sul e sudeste do Brasil.
A fabrica começou suas atividades em 2 de outubro de 1964 com a Razão Social "Sociedade de Automóveis Lumimari", nome pelo qual foi criado usando a primeira sílaba do prenome dos sócios da empresa, Luis, Milton, Marinho e Rino.
Em 1966, com saída de Marinho e entrada de Jorge Lettry na sociedade, este pediu a mudança de nome da fabrica, porque Lumimari lembrava mais uma fabrica de luminárias que fabrica de automóveis, segundo Lettry. Sugeriu então o nome Puma, o felino das Américas. Como era moda associar automóvel esportivo a animais velozes ou ferozes, a sugestão foi aceita de imediato, nascendo assim a PUMA VEÍCULOS E MOTORES LTDA. O "ltda" quer dizer limitada, ou seja, empresa de dois ou até sete sócios. E assim foi até 1974.
Nesse ano, em algum momento antes de setembro de 1974, a razão social mudou passando a ser sociedade anônima de capital fechado, ou seja, vários sócios, mas sem ações na bolsa de valores. Agora o nome adotado era PUMA VEÍCULOS E MOTORES S.A.
No ano de 1976, a Puma faz outra alteração contratual, abrindo suas cotas para o mercado de ações, mudando a razão social para PUMA INDÚSTRIA DE VEÍCULOS S.A., visando aumentar sua produção e expandir os mercados de atuação. A forma durou até o final das atividades em São Paulo em 1985.
Com venda da Puma em 1986 para Rubens Maluf do Paraná, a razão social não foi adotada, talvez por questões jurídicas e fundada uma nova empresa chamada Araucária S.A., mas o nome dos produtos continuava o mesmo: Puma. O nome de um produto não é necessariamente ligado à razão social, não há necessidade de sua inclusão no Contrato Social, mas para se ter certeza de sua propriedade há necessidade de registro no I.N.P.I. - Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Portanto o nome Puma registrado no INPI, na classe automóveis foi junto na compra da fabrica.
Em 1987 mais uma vez a fabrica é vendida para outro grupo paranaense, a Alfa Metais. Na verdade seu diretor superintendente Nivio de Lima comprou a Araucária em seu nome. Em seguida fundou a empresa Alfa Metais Veículos S.A., que obteve da Araucária o licenciamento da marca Puma e seus produtos pelo período de dez anos. Passados o período à marca registrada voltou para Araucária, que apesar de inativa, tem seus registros e impostos em ordem, ao contrário da Alfa Metais que entrou em falência.
Hoje a marca Puma no INPI sofre uma ação jurídica pela disputa da marca, pois foi dada como extinta e outra pessoa solicitou o registro. O proprietário pode contestar, aliás, deve, senão perde a marca. Outro fator para perda da marca entrando em questão jurídica, se a marca fica sem utilização pelo período superior a dois anos, outros podem requerer a caducidade, mesmo sendo mantida renovação e o pagamento do registro a cada período de dez anos.
Se a Araucária não fez isso, corre o risco. Ela teria que vender nem que fosse calotinhas chamadas Puma e emitir notas fiscais a cada dois anos.
Ouvi rumores que a disputa pela marca seria com um grupo carioca que quer voltar a fabricar o caminhão Puma. Aliás esse foi o grande objetivo do Nivio de Lima, porque seu grupo Alfa Metais já fabricava eixos, tambores e outras peças de caminhões, inclusive eram fornecedores da Puma e só faltava a carroceria e nome Puma para fabricar o caminhão inteiro, um produto que sempre foi bem aceito no mercado do sul e sudeste do Brasil.
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Reportagens - Na Puma, a Tecnologia Nacional
A reportagem publicada na revista Autoesporte de outubro de 1974 traz a biografia da Puma Veículos e Motores Ltda.
Essa vale ser lida e respeitada, por ser correta e mencionar tudo que a Puma fazia naquele tempo. Claro que tempos depois fez muito mais.
O quadro de produção Puma publicado na matéria serviu muito tempo como referência, apenas o GT Malzoni que menciona a produção de 35 veículos, na verdade foram 50 GT Malzoni, como não existia registro, o numero correto só apareceu corretamente muito tempo depois, com o levantamento da numeração dos chassis fabricados. Outro fator importante é a relação das exposições que a Puma participou pelo mundo, além da pequena foto da linha de produção do GTE Spider (foto de 1972), sendo que aparecem dois com capota rígida. Como se vê, o Spider capota rígida era produzido com o equipamento e não colocado depois, confirmando a afirmação do Celso de Jundiaí-SP, possuidor de um GTS Capota Rígida desde zero km, que esperou o carro ser produzido para recebê-lo e não apenas colocaram a capota depois do Puma pronto.
Mais uma vez obtive ajuda do meu amigo Mário Estivalét para conseguir a reportagem.
Essa vale ser lida e respeitada, por ser correta e mencionar tudo que a Puma fazia naquele tempo. Claro que tempos depois fez muito mais.
O quadro de produção Puma publicado na matéria serviu muito tempo como referência, apenas o GT Malzoni que menciona a produção de 35 veículos, na verdade foram 50 GT Malzoni, como não existia registro, o numero correto só apareceu corretamente muito tempo depois, com o levantamento da numeração dos chassis fabricados. Outro fator importante é a relação das exposições que a Puma participou pelo mundo, além da pequena foto da linha de produção do GTE Spider (foto de 1972), sendo que aparecem dois com capota rígida. Como se vê, o Spider capota rígida era produzido com o equipamento e não colocado depois, confirmando a afirmação do Celso de Jundiaí-SP, possuidor de um GTS Capota Rígida desde zero km, que esperou o carro ser produzido para recebê-lo e não apenas colocaram a capota depois do Puma pronto.
Mais uma vez obtive ajuda do meu amigo Mário Estivalét para conseguir a reportagem.
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Cinta do Estepe (2)
Falamos anteriormente da cinta do estepe Puma aqui. Voltamos a falar por causa do sistema de fixação da cinta, que gerou uma polêmica aqui, por ser feio os parafusos aparentes. Aí surgiu a explicação do Sylvio Pazotto:"Olá Felipe,
Moro atualmente em Bragança Paulista, estou restaurando uma Puma GTS 78 e leio muito os seus artigos no blog 'PUMA CLASSIC', excelente.
O que me chamou a atenção estes dias foi sobre a fixação do estepe do Puma através de cinta, uma serie fixadas nos parafusos dos para-choques dianteiros e em outra serie em diante no "papo", ficando aparente inclusive.
O meu comentário, como projetista que fui da VW, é que esta foi uma melhoria para dar mais pressão da cinta sobre o ombro do pneu estepe, mantendo o conjunto pressionado e apoiado firme no fundo do "papo", pois a serie anterior, fixada no para-choques, a cinta fica na mesma altura do estepe, mantendo sem pressão e deixando a possibilidade do conjunto 'pular' em piso irregular, acredito ser assim que procederam.
Penso também que deixaram os parafusos aparentes por uma questão de firmeza e reação na cinta, pois se fundissem uma porca ou parafuso na região, a tensão seria razoável para a fibra ter que aguentar. Espero ter colaborado com esta pequena observação.
Abraço Sylvio Roberto Pazotto"
sexta-feira, 18 de março de 2011
Anuncio (89) Seleções
O anuncio da "Seleções do Reader's Digest", enviado pelo meu amigo Mário Estivalét do site Lorena GT foi publicado na revista Autoesporte, em novembro de 1975 e a estrela um Puma GTS 1975 zero km. Considerando que a foto foi feita alguns meses antes, o GTS ainda tinha a roda "Estrela" - porque a "Cruz de Malta" era opcional - com a pintura exatamente como sempre falei e publicado na matéria Rodas Puma. Outro detalhe são as rodas de talas iguais, porque também a tala sete polegadas na traseira era opcional, mas os pneus percebe-se bem que são mais largos na traseira, configuração básica para o Puma daquele ano. Mais um detalhe já dito é a falta do suporte de placa, que era uma tira de alumínio, já não utilizado nesse tempo. Importante também é a camisa xadrez e calça cintura alta (bailarino). E dizer que eu usei isso... ai, ai, ai, ai
Foto de época - GTE 1980
Fora de área - Revista Motociclismo CB 750 K2
"Amigos, vejam minha setegalo K2 1974 na Revista Motociclismo de março !!! Abraços Marcos Pasini"
A moto que se tornou uma lenda no Brasil. Quem viveu a época sabe bem o por quê. Quem nos anos 70 não queria ter um Puma e uma 750? Tá bom, concordo, tinha gente que preferia a viúva negra (Yamaha RD 350) ao invés da setegalo. A primeira arrancava na frente e a segunda passava na final, mas tanto uma como outra sempre exigiram muito "braço" e coragem para tirar tudo da moto. A RD, que tinha motor dois tempos era pequena, leve, ágil e andava muito. A CB impressionava seu desempenho, sem falar no maravilhoso ronco do motor, que conhecíamos a distância. Claro que a CB era mais imponente que a pequena RD, mas quem queria se matar nas ruas, tinha que ser com a viúva negra ou com um Puma 2100 cc.
Fora de área - Motor TwinAir
O artigo publicado no Jornal da Tarde de São Paulo, suplemento Jornal do Carro em 16 de fevereiro de 2011 mostra o novo motor TwinAir da FIAT. Pequeno, leve, potente e econômico, imagem esse motorzinho em um Puma, mesmo pendurado lá trás, melhor que os AP da VW, que são muito pesados e altos para ser instalados no mesmo lugar dos motores boxer a ar. A notícia foi enviada pelo meu amigo Marcos Pasini.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Artigo (30) Protótipo AC-1600
O artigo sobre automobilismo publicado na revista semanal Veja de 2 de abril de 1969 comenta a primeira corrida de um Opala nas mãos de Chico Landi. Mas não menos importante, principalmente para nós, também era a primeira corrida do AC-1600, protótipo com carroceria de fibra de vidro, chassis próprio e mecânica VW, desenhado por Anisio Campos e fabricado na Puma. Ele não se saiu muito bem devido a um problema mecânico. No final do artigo, o autor comenta que sua segunda corrida seria no final de abril em Brasília.
Em 19 de abril de 1969 o AC-1600 estava lá em Brasília-DF, mas acompanhado de mais dois irmãos. Já eram três protótipos na segunda corrida do AC-1600.
Quer ver todas as reportagens de várias revistas e jornais sobre a corrida de Brasília? Clique aqui no LorenaGT.
Em 19 de abril de 1969 o AC-1600 estava lá em Brasília-DF, mas acompanhado de mais dois irmãos. Já eram três protótipos na segunda corrida do AC-1600.
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Anuncio (88) Shell I.C.A.
Será um Puma ou mera coincidência? O Puma era um produto bem visto e em alta no mercado do começo dos anos 70, talvez associar a imagem dele seria bom para a distribuidora, melhor ainda se não tivesse que pagar royalties... São hipóteses, não afirmei nada.
Mas que parece um Puma parece sim!
Eventos - Puma Treffen 2011
PUMA COI EUROPE orgulhosamente apresenta ...
Gatos do Brasil na REUNIÃO FLORESTA NEGRA 13 a 15 maio 2011
Convidado Especial Estrela do Brasil!!!
Para maiores informações: inglês Bernd Eise - português Jürgen Munz
Hello Felipe,
I am following your Blog nearly everyday and I am impressed about the ESPARTANO Project, very interesting.
At the moment we are busy organizing our 2011 Puma Meeting which will take place from 13th to 15th of May near the town Furtwangen in the Black Forest Region in Germany. If Pumeiros from Brasil are interested to join us we will do our best to assist them with pickup service from the Airport etc. The picture of this years invitation was taken by Juergen Munz during his Trip to Brazil in October 2010 where he attended in the Encontro Nacional Puma 2010. For Informations on our 2011 European PUMA Meeting, Jüergen is again the Person to contact, when it comes to informations in Portuguese language, for all informations in English people can contact me. Felipe to you and all fellow Pumeiros worldwide, keep up the good work in making http://www.pumaclassic.com.br/ the best source in the WWW for the history of our beloved Cats. Best Regards from Germany Bernd
Olá Felipe
Estou seguindo seu blog quase todos os dias e estou bastante impressionado com o projeto ESPARTANO, muito interessante.
No momento, estamos ocupados organizando nossa Reunião Puma 2011, que será nos dias 13 a 15 maio, perto da cidade Furtwangen na Floresta Negra, região da Alemanha. Se os Pumeiros do Brasil estão interessados em se juntar a nós faremos o melhor para ajudá-los, como serviço de coleta no aeroporto, etc. A imagem do convite foi feita por Juergen Munz durante sua viagem ao Brasil em outubro de 2010, onde participou do VII Encontro Nacional do Puma 2010. Para informações sobre o nosso Encontro Europeu de PUMA 2011, Jüergen é novamente a pessoa para entrar em contato, quando se trata de informações em português, para todas as informações em inglês, as pessoas podem entrar em contato comigo. Felipe a você e a todos Pumeiros colegas em todo o mundo mantenham o bom trabalho feito no http://www.pumaclassic.com.br/, a melhor fonte na WWW para a história dos nossos amados gatos. Atenciosamente da Alemanha Bernd
Gatos do Brasil na REUNIÃO FLORESTA NEGRA 13 a 15 maio 2011
Convidado Especial Estrela do Brasil!!!
Para maiores informações: inglês Bernd Eise - português Jürgen Munz
Hello Felipe,I am following your Blog nearly everyday and I am impressed about the ESPARTANO Project, very interesting.
At the moment we are busy organizing our 2011 Puma Meeting which will take place from 13th to 15th of May near the town Furtwangen in the Black Forest Region in Germany. If Pumeiros from Brasil are interested to join us we will do our best to assist them with pickup service from the Airport etc. The picture of this years invitation was taken by Juergen Munz during his Trip to Brazil in October 2010 where he attended in the Encontro Nacional Puma 2010. For Informations on our 2011 European PUMA Meeting, Jüergen is again the Person to contact, when it comes to informations in Portuguese language, for all informations in English people can contact me. Felipe to you and all fellow Pumeiros worldwide, keep up the good work in making http://www.pumaclassic.com.br/ the best source in the WWW for the history of our beloved Cats. Best Regards from Germany Bernd
Olá Felipe
Estou seguindo seu blog quase todos os dias e estou bastante impressionado com o projeto ESPARTANO, muito interessante.
No momento, estamos ocupados organizando nossa Reunião Puma 2011, que será nos dias 13 a 15 maio, perto da cidade Furtwangen na Floresta Negra, região da Alemanha. Se os Pumeiros do Brasil estão interessados em se juntar a nós faremos o melhor para ajudá-los, como serviço de coleta no aeroporto, etc. A imagem do convite foi feita por Juergen Munz durante sua viagem ao Brasil em outubro de 2010, onde participou do VII Encontro Nacional do Puma 2010. Para informações sobre o nosso Encontro Europeu de PUMA 2011, Jüergen é novamente a pessoa para entrar em contato, quando se trata de informações em português, para todas as informações em inglês, as pessoas podem entrar em contato comigo. Felipe a você e a todos Pumeiros colegas em todo o mundo mantenham o bom trabalho feito no http://www.pumaclassic.com.br/, a melhor fonte na WWW para a história dos nossos amados gatos. Atenciosamente da Alemanha Bernd
Fora de área - A volta do Puma
Infelizmente não é bem o Puma que vocês gostariam de ver. É o novo Ford Puma que vem por aí.
O antigo Ford Puma, esportivo pequeno que foi fabricado em Colônia na Alemanha entre 1997 a 2001, para concorrer com o Chevrolet Tigra.Como o bicho era feio, ainda bem que não chegou aqui, tudo por causa do nome Puma. No Salão do Automóvel de 1998 a Ford apresentou o carro ao público brasileiro, para medir o interesse. Fizeram um lindo local de exposição, com uma espécie de túnel e dentro dele o Ford Puma (não consigo escrever só Puma). Os logotipos com o nome foram retirados e aqueles que não dava para tirar estavam tampados com fita adesiva, mas claramente víamos o contorno das letras indicando um nome não apropriado para um veículo dessa natureza e com esse desenho. A família do Nivio de Lima, herdeiros da Alfa Metais entrou com um mandato de segurança para a retirada do nome de sua propriedade no Brasil. Depois a Ford tentou comprar o nome sem sucesso. Acredito que em função disso não tenha vindo para o Brasil ou os brasileiros não aceitaram mesmo. Vai saber, mas o Tigra veio e também não era lá essas coisas, tanto que logo depois foram suspensas as importações. Na verdade o Ford Puma era um Fiesta tuning e o Tigra um Corsa também tuning, de esportivos não tinham nada.
terça-feira, 15 de março de 2011
Calha de Chuva GTE 1979 em diante
A calha de chuva do modelo GTE, que contorna o vão da porta entre ela e o teto desapareceu na nova carroceria lançada na segunda série de 1976. No novo projeto a Puma considerou um item que deixaria o desenho antiquado, além de ser muito grande, pois deveria terminar depois do vidro lateral traseiro. Antes a calha nos modelos "tubarão" fazia somente o contorno das portas. Então, passados dois anos e com muitas reclamações de banhos indesejáveis, a Puma retornou a calha em 1979. Agora a calha era de plástico preto injetado (antes no tubarão de alumínio polido) e com o mesmo tipo de fixação por rebites.Na foto abaixo perceba que a calha começa na altura do vinco, para não ser esmagada pela porta.
A calha termina 1 cm após o término do vidro lateral traseiro.
Aqui notamos a fixação por rebites, apesar do modelo fotográfico não ser de plástico e sim de alumínio, mas não muda em nada. A furação dos rebites não são centralizadas porque...
... Quando a porta estiver fechada, não vemos os rebites.
Na parte traseira onde está o vidro lateral, a sequência dos rebites continua, nas mesmas medidas e quantidades. Após a colocação do vidro, a borracha cobre os rebites.Essa calha passou para o modelo GTI e foi até os últimos Puma fabricados.
Puma Zero Km
Sim na África do Sul. A Puma Sports Cars está trabalhando a todo vapor, agora com um novo sócio, que trouxe mais investimentos para a empresa. O fundador Jack Wijker continua na direção trabalhando para melhorar o produto e como Puma, não poderia deixar de ser inovador, agora estão testando um esportivo elétrico com preço acessível.No vídeo em nenhum momento mostram a usina de força ou os tanques de energia, mas vou sondar a respeito do assunto com o Jack.
Quanto falei que o preço do Puma elétrico poderá ser razoável foi em função dos preços praticados para os veículos novos a gasolina vendidos hoje. Veja a tabela abaixo já com a conversão de Rand (moeda sulafricana) para o Real (moeda brasileira). Claro que para importarmos um Puma da África do Sul, os impostos quase triplicariam o preço, mas aqui faço apenas um comparativo da política praticada pelos governos com impostos. Se fosse no Brasil, o Puma hoje custaria mais de noventa mil reais devido aos altíssimos impostos.
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Inspeção Veicular (7)
A festa será para todo Estado de São Paulo, segunda a notícia veiculada no jornal Correio Popular de Campinas-SP. Já estão se mobilizando, como diz meu amigo João Guilherme:
"Para nós do interior do Estado de São Paulo que até o momento assistíamos apreensivos as histórias do Controlar no município de São Paulo - agora vejam a bomba - irá valer para todo o ESTADO!!!
Acho que cada um de nós poderia mobilizar seu respectivo Deputado Estadual para protestar...o que acham?
Abraços, João Guilherme Aguiar - Campinas-SP"
"Para nós do interior do Estado de São Paulo que até o momento assistíamos apreensivos as histórias do Controlar no município de São Paulo - agora vejam a bomba - irá valer para todo o ESTADO!!!
Acho que cada um de nós poderia mobilizar seu respectivo Deputado Estadual para protestar...o que acham?
Abraços, João Guilherme Aguiar - Campinas-SP"
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