quarta-feira, 3 de março de 2010

Foto do dia

Por falta de um raro Puma verde musgo, aí vão dois! E são irmãos.

Pelo retrovisor de um Puma

terça-feira, 2 de março de 2010

Puma de corrida - N° 38

Sobre o Puma N° 38 que publiquei ontem, perguntando quem pilotava, o meu amigo Josamar me lembrou bem da reportagem que já havia sido publicada aqui sobre os Mil Quilometros de Brasília. Para relembrar a confusa corrida e os pilotos, aí vai a publicação da Quatro Rodas de maio de 1970.

Fora de área - Mini-bike

Um projeto caseiro americano dos anos 50, que nada mais é que alguns tubos, motor de cortador de grama de 5,5 hp e pequenas rodas. Na foto a Mini-bike está mais completa, até com suspensão dianteira, mas não era o projeto inicial. Quem quiser tenho o projeto em inglês. Aí o meu amigo Irineu veio com a surpresa, o primo dele, Richard, comprou um projeto pela Internet e resolveu fazer a motinha, que ele teve há 30 anos, aqui mesmo no Brasil. E o resultado foi fantástico, ele teve que mudar algumas concepções, devido a falta de pneus no mercado nacional, utilizando pneus de quadriciclo, mas o restante é muito simples e o principal, bem barata de construir. Divertida e gostosa de andar, a Mini-bike poderá ser febre novamente. A motinha do Richard ainda não está totalmente pronta, ele deve trocar o banco e colocar para-lamas, além de alguns ajustes mecânicos.
E a modelo, digo o modelo Rinaldi, para termos noção do tamanho da moto. Está certo que o modelo é como as modelos gaúchas, altas e magras, mas dá para ter noção.
Na Internet se acha diversas configurações, porque cada um faz como quer, usando apenas o conceito.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Miniatura Puma (13) - Lançamento GTS 1978

O grande lançamento tão esperado da miniatura do Puma GTS 1978 em todos os detalhes. Vejam o e-mail que recebi: " Estou enviando fotos do modelo Puma GTS 1978 que estou produzindo. O kit foi baseado no mesmo master do 69 desenvolvido pelo Sergio Enoch e que o Ricardo produz em Ouro Preto. No momento estou produzindo apenas o kit para montagem, mas a partir de maio darei início à produção do modelo pronto, fornecido em base e caixa de acrílico protetora. O kit é todo feito em resina PU e contem algumas peças em metal e fotocorrosão. O custo do kit é de R$ 260,00 (março de 2010), mais despesas de envio e os contatos podem ser feitos pelo e-mail twocatsmodelos@gmail.com ou aqui. Agradeço muito a atenção. Abraço. Paulo Fiote"

Pelo retrovisor de um Puma


Foto Fabio Franklin

Puma de corrida

Gosto muito dessa foto de 1970 na corrida 1.000 km de Brasília. Quem é? Isso é com vocês.

Qual sua opinião?

O meu amigo Péricles me mandou um link onde tinha essa foto, o que vocês pensam disso?

Foto do dia - Puma GTS 1978

Placa preta e seu objetivo


A placa preta (PP) deverá ser tornar o verdadeiro propósito a que foi criada, isso é uma questão de tempo, já já estará em vigor normas mais eficientes para o assunto. Ouvimos falar de um projeto que proibi a circulação de carros com PP, mas isso é só projeto, para passar é outra história, fugiria completamente da proposta que é valorizar àquele veículo que roda como rodavam os veículos no ano de sua fabricação, com as principais e verdadeiras características de uma época.
A placa preta é necessária sim, porque com ela podemos preservar nossos veículos. O problema maior é a intenção de cada proprietário. Se a intenção for preservar a originalidade irrestritamente, deve-se colocar a PP. Caso o proprietário goste de alguma coisa não original e queira mudar, opte pelas placas cinzas. O que não deve existir é querer as duas coisas. Devemos acabar com esse pensamento que PP é "status". Placa Preta é uma UTILIDADE criada para quem gosta de circular com modelos corretamente originais, sem por nem tirar, relembrando o passado, vivendo uma época. Acessórios de época também é uma questão discutível, porque podem influenciar a visão do observador. Se forem originais de fabrica, não haverá problemas, porque constam dos catálogos e registro, sendo a única forma de saber para aqueles que não viveram o tempo, mas os que viveram poderão ter um choque. Os acessórios vendidos em lojas, raramente tem registro de lançamento e normalmente eram feitos para diversos veículos, inclusive até o mesmo modelo de carro, por diversos anos a fio. Com isso, não podemos caracterizá-lo como de uma época surgindo o choque visual. Quem dirá então os acessórios bem antigos, utilizados em carros mais modernos.
Voltando a PP, já disse diversas vezes que quando coloquei a PP no meu Puma foi para não ter que colocar o espelho do lado direito e outras coisinhas obrigatórias, porque quero ter a mesma sensação de dirigibilidade que eu tinha em 1974. Existem diversos problemas em carros antigos, próprios daquele tempo, agora se formos solucionar todos esses problemas, não teremos a mesma realidade, uma sensação só conseguida com veículos estritamente originais.
Certa vez, eu chamei meu filho e sobrinho, que tinham por volta de 17 anos, para dar umas voltas no meu Brasília. Eles já sabiam dirigir e adoravam carros. Comecei a fazer curvas de 90º excedendo o limite de velocidade em curva do carro, assim jogando a traseira para um lado e rapidamente fazendo a correção da trajetória no volante. Eles ficaram encantados, porque em carros modernos, jamais se consegue esse feito em baixa velocidade, devido a excelente suspensões dos carros atuais. Agora se eu pegar um Puma, que tem a mesma estabilidade do Brasília e colocar uma mecânica atual, com suspensão moderna, e toda tecnologia existente, eu não vou ter um Puma e sim um carro moderno com uma bolha. Isso nós chamamos de HOT ROD, uma máquina quente, com aparência antiga, para fazer graça.
Nunca esqueço da primeira vez que dirigi um caminhão Ford 1948, isso aconteceu em 1974, aos meus 19 anos. Até ligar e sair tudo bem, quando fui trocar as marchas percebi que a troca em cambio seco de um motor V8, não era tão fácil como nos câmbios secos de um Fusquinha. Mas o grande drama foi quando pisei no freio, parecia que eu não tinha feito nada e o coração foi à boca. Consegui parar, mas aprendi que a condução daquele caminhão era diferente daqueles veículos de carga mais modernos, que eu estava acostumado a dirigir. Dali para frente eu fui até o destino para nunca mais dirigir esse caminhão e não foi por falta de aviso do meu pai.
Aí eu pergunto, como podemos reviver a história se eu pegasse esse caminhão colocasse motor moderno, forte e veloz, freios eficientes e cambio sincronizado, que não chorasse ao acelerar? Nada disso eu saberia. Sendo um veículo original, até um jovem, em que seu pai ainda não tivesse nascido, na data em que o caminhão foi fabricado, pode saber como é. Daí a importância da PP, credenciando veículos para aqueles que não conhecem o modelo e saberem como eram fabricados. Com isso as pessoas podem ter ideia da evolução dos modelos até os tempos atuais.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Puma de amigo - GTE 1975

Na febre da "laranja mecânica", esse Puma GTE 1975 desse meu amigo foi restaurado em 2006 na Sportdaf, oficina no bairro do Aeroporto em São Paulo, comandada pelo meu amigo Domingos Avallone.

O que é isso?

Andando pelas ruas de São Paulo, meu irmão me chama atenção para o Pontiac estacionado. Não aguentei e fui fotografar. Juro que nunca vi, placa preta com os números amarelos, isso existe?
Por isso que Brasília já está mexendo os "pauzinhos" nessa questão, haverão mudanças no Certificado de Originalidade para obtenção da placa preta. E tenho absoluta certeza que é para melhor, protegendo o significado da placa preta e acabando com essa coisa que cada um faz o que quer. Se existe lei são para todos!

Reportagens - Puma GTE 1970

Muitos já conhecem a reportagem de Expedito Marazzi com fotos de George Love, na revista Quatro Rodas de outubro de 1970. Mas só quem tem a revista conhece a matéria completa. Isso porque quem tem a coleção dos Testes Quatro Rodas em "cd", não tem a última página, n° 69, da reportagem. O repórter Fabiano, que fez a digitalização me disse que fez todas as páginas, mas houve uma falha na confecção e a página saiu em branco. Aí estou para publicar o assunto há tempos e quando fui pegar a revista, meu escaner quebrou. Como sempre há uma alma salvadora e nesse caso, o meu amigo Fernando Gusmão de Porto Alegre, me ajudou. Quem quiser essa última página sem a marca d'água e em boa resolução, é só escrever para mim que eu mando. Chega, vamos falar um pouco de Puma.
Já no segundo semestre de 1970, a Puma fabricava o modelo GTE para exportação, mas ainda fabricava o modelo GT, conforme foi mostrado anteriormente na linha de montagem. Tanto o GT como o GTE vinham com motor 1600 cc, freios a disco e rodas de quatro furos. Isso se deve ao fato que em 1970 a VW mudou o Karmann Ghia e como o Puma utilizava esta plataforma, a mudança foi automática. Para atender o mercado externo mais exigente, a Puma promoveu diversas mudanças no GTE e alguns aperfeiçoamentos. Externamente o para-brisa ficou curva na parte inferior, para evitar o acumulo de água e consequente infiltração. Infelizmente não resolveu, "originalmente" continuou entrando água, menos, mas entrava. A instalação de lanternas laterais de sinalização e lanternas traseiras com luz de ré foi para atender a exigência do mercado norte-americano. Na mecânica, com o recebimento do novo chassi, com suspensão melhor e freios a disco, adiantou bastante para a Puma, mas a motorização, mesmo passando de 1500c para 1600 cc, continuava fraca para a competição no mercado internacional. A solução foi melhorar o motor em 1600 cc, com comando P2 (mais bravo) e dupla carburação 40, conseguindo importantes 90 HP.
Internamente foi a grande mudança, afinal o Puma GT era muito pobre para um esportivo de alto preço (no Brasil, bem entendido). Novo volante, nova forração dos banco e carpete de melhor qualidade, inclusão de console inteiriço, com porta-objetos e porta-luvas, deram um aspecto mais luxuoso ao felino. Mesmo assim, Marazzi só aprovou as modificações internas para o mercado nacional, porque segundo ele, no mercado externo, o Puma ainda continua fraco. Seja como for, os compradores internacionais receberam muito bem o Puma, sendo que este foi o modelo que abriu as portas para o mundo. Mais tarde, outros aperfeiçoamentos foram incorporados, solidificando ainda mais o Puma no mundo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Miniatura Puma (12) Jornal Extra

A moçada do Rio de Janeiro não perde tempo, vejam:
"As belas miniaturas de carros nacionais do jornal EXTRA que você apresentou no seu blog, já estão sendo “customizadas”, para ficarem iguais (cor, placa etc...) ao modelo escala 1/1 que está na garagem. Depois mando o resultado do modelo em Azul Astral Metálico.
Há um francês frequentador do Puma Classic, que já mandou o modelo para um fibreiro, de modo que a traseira da miniatura fique igual a 79...rs,rs,rs,rs,rs. (CARO CLAUDE, VC. CONCORDA COM A BRINCADEIRA DO FRANCÊS ?) Abraços, Carlos Alberto Torres"

GTI 1980 modelo 1981

O felino a espera da placa preta. Talvez este seja o primeiro Puma GTI a receber o Certificado de Originalidade no Brasil. O carioca paulista Marcelo Câmara levou seu Puma no último sábado para fazer a vistoria e foi aprovado pelos exigentes vistoriadores do Puma Clube, em especial um certo vistoriador muito técnico, em que seu nome começa com Ri e termina com naldi. Ele, arquiteto que tem réguas nos olhos, ocupa no Puma Clube a função de Diretor para Puma VW, mas é mais conhecido como frigideira!

Chaveiro PumaKit

O raro chaveiro PUMAKIT data do começo da venda desse produto, ou seja, 1970, pois o endereço ainda é o n° 4413, antes da alteração para n° 4385 da Av. Presidente Wilson. Essa importante peça de museu pertence ao meu amigo carioca Péricles Cruz, do Pumaland.

Emblema Puma - Puma Peças

A etiqueta utilizada pela Puma para marcar os produtos fabricados com o logotipo Puma Peças. Foi daí que tive a ideia para o logotipo do Puma Clube e a diretoria acatou.

Restauração - GTE 1978

Um trabalho executado pelos cariocas Péricles Cruz e Maurício Pontual. Abaixo a foto do GTE 1978 quando eles compraram o carro e...
...A foto do depois.
Mostrando assim, que carro com "pedigre", como chamamos no meio, não necessariamente deva estar "em pé", mas sim com tudo no lugar, sem grandes alterações ou batidas, mantendo as formas e peças originais. Somando um excelente trabalho criterioso, feito por profissionais competentes e assessorado por "experts", o resultado sempre será muito bom. Isso não é difícil, mas certamente temos que apurar os olhos e termos conhecimento do assunto, seja para montar o projeto de restauração (existe uma ordem a ser seguida), seja para receber o produto final dos profissionais.
A parte interna antes...

...E depois.

Eventos - Águas de Lindóia 2010