quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Puma 50 anos - Curitiba (1)

A turma de Brasília-DF está a caminho de Curitiba. As imagens são da passagem por Tatuí-SP e nesse momento eles devem estar bem próximo da capital paranaense.

 Uma turma grande, com onze Puma.

 A Kombi do Puma Clube de Brasília está junto, mas na garupa da plataforma. Dentro desta Kombi tem motores VW e um mundo de peças de reposição. Um belo esquema de apoio.
 A reunião para enfrentar mais 363 kms até Curitiba.

 Uma paradinha para o almoço.

 Um estranho no ninho.
 E o valente AM4 voltando a sua cidade natal.



Dobradiça de porta GTE/GTI/GTS/GTC após 1976

Já falamos das dobradiças de portas dos Puma VW aqui. Faltou mencionar que neste modelo existe uma mola que vai apenas na dobradiça inferior, como da imagem abaixo.
Na dobradiça superior apenas o pino de movimentação.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Eventos - 10° Encontro Nacional do Puma

Está chegando a hora!
Vamos festejar os 50 anos da Puma Indústria de Veículos S.A. 
Será em Curitiba-PR.
PROGRAMAÇÃO do 10º ENCONTRO NACIONAL DO PUMA

17/10 (sexta)  

13:00 h - Recepção dos carros inscritos, credenciamento e inscrições.
                       
17:00 h - Happy Hour no Museu do Automóvel, sito a Rua Candido Hartmann,     nº 2300 -  Parque Barigui, cortesia para os inscritos.

22:00 h - Encerramento.

18/10 (sábado)

9:00 h - Inicio da exposição, credenciamento e inscrições.

11:00 h - Abertura oficial.

Almoço livre

14:00 h - Inicio da avaliação dos Puma para premiação.

17:00 h - Encerramento da exposição do sábado.

20:30 h - Inicio do jantar e posteriormente entrega da premiação e sorteios, no
                Restaurante Dom Antonio, sito a Rua Manoel Ribas, 6121 - Santa Felicidade,  Valor $ 44,00 por pessoa (incluso 10%, água, refri e vinho), outras bebidas serão cobrados a parte.

Obs: Pedimos a gentileza de observar o horário do jantar 20:30 h.

19/10 (domingo)

09:00 h - Inicio da exposição
13:00 h - Encerramento do 10º Encontro Nacional do Puma.

Só terão acesso ao local de exposição os Puma com as inscrições pagas.



Puma 50 anos - Dia dos Professores

Parabéns a todos os professores por tudo que representam a todos nós. Todos na vida, em algum momento, tiveram seus professores, para lhes ensinar ou orientar seus caminhos. Ninguém saberia nada se não tivesse um professor, seja o pai, a mãe, o patrão, o padre, o mestre de ensino ou até mesmo a natureza, que as vezes, de forma cruel, nos ensina aquilo que devemos aprender.
Por isso, a profissão de PROFESSOR é a mais importante do mundo, abreviando nossos caminhos ao conhecimento. 
Minha homenagem está relacionada, como sempre, ao Puma. Começamos por aquele que foi professor de profissão, onde era catedrático do curso de Máquinas e Motores da Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas, no  bairro do Ipiranga, em São Paulo-SP: Milton Masteguin. Engenheiro, Sócio da Puma e proprietário da Comercial MM, um dos mais importantes profissionais para o sucesso da Puma Indústria de Veículos S.A.

José Maria Hellmeister, Milton Masteguin e Luís Roberto Alves da Costa
 Anísio Campos, designer e artista plástico, ensinou muita gente com seus projetos, seja direta ou indiretamente, um grande professor. Estudioso das formas aerodinâmicas.

Anisio e o GT Malzoni 1964/65
Rino Malzoni, professor de Anísio Campos, juntos mostraram ao mundo o potencial brasileiro no desenho de automóveis. Ao lado de Marinho, seu piloto, brilharam nos anos 1960 para nunca mais serem esquecidos.
Marinho e Rino Malzoni
  Mário César de Camargo Filho, o Marinho, outro professor nas pistas. Ao lado do seu companheiro de Vemag, Bird Clemente, ensinaram muita gente o "como se faz" para vencer nas pistas.
Bird Clemente e Marinho
 Jorge Lettry, engenheiro mecânico foi digno de estar entre os melhores engenheiros  automobilísticos do mundo. Foi capaz de tirar mais de 100 HP de um motor de 1 litro aspirado, isso em 1965. Professor de Miguel Crispim Ladeira, outro mago dos motores dois tempos e engenharia das pistas.
 Miguel Crispim continuou o trabalho do seu mestre Lettry e brilhou em todas as competições que participou, criando e ensinando técnicas novas de mecânica. Ao lado do piloto José Martins, o "Dentista", lhe ensinou mecânica e principalmente as técnicas de um carro veloz nas pistas. E o aprendiz mostrou a que veio, vencendo muitas corridas.
Emerson Fittipaldi, aquele que foi o professor dos brasileiros para as pistas internacionais, ao lado do jovem Crispim com o magnifico GT Malzoni # 7.

Jan Balder (D) o grande piloto de rally da Puma ao lado de Emerson Fittipaldi. Jan mostrou ao mundo que carro esporte também vencia rally e sua pilotagem serviu de base aos jovens aspirantes da velocidade de regularidade.
 Jan Balder (piloto) e Alfredo Maslowski (navegador) na vitória do I Rally da Integração Nacional, 1970, com o Puma GTE.
Angi Munhoz barbarizou nas pistas, ninguém sabia quem era melhor, se ele ou seu Puma. Depois que passou a correr com o Porsche 908, mostrou quem fazia a diferença. Muitos se espelharam em sua pilotagem.
 Esses foram os grandes professores da Puma, mas o salário ó! Né Crispim?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Reportagens - Jornal Estado de São Paulo

No domingo dia 14 de setembro de 2014, no jornal o Estado de São Paulo saiu uma matéria sobre os 50 anos da Puma Indústria de Veículos Ltda. 
A boa matéria conta bem sucintamente a história, afinal ela é muito grande. 
 O interessante não é a publicação, mas a fotografia principal, onde vemos dois Puma GTE 1973 em um salão de automóveis, onde os outros carros são europeus. Concluímos se tratar de alguma exposição em que a Puma participou na Europa.
 E no detalhe temos a certeza de ser Puma para o mercado europeu. Vejam as lanternas dianteiras "bicudas" diferentes nas utilizadas no Brasil. Já falei, mas repito, isso se deve ao fato das "nossas" lanternas serem mais difíceis de encontrar na Europa, afinal a Puma utilizou as mesmas da Honda CB 360 de 1972. Mais tarde, 1976, a Honda incluiu essas lanternas no modelo CG. Para a Europa, as lanternas bicudas com aro cromado, comuns em qualquer modelo de motocicleta, poderiam ser substituídas sem problemas, não necessitando da importação do Brasil e nem estoque de peças no concessionário europeu.
A "nossa" lanterna, vinda da CB, utilizada apenas a lente...
...Pois a parte traseira era um soquete universal e a lente fixada na carroceria através de parafusos.

CB 360 1972

CG 125 1976

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Eventos - 100 milhas na Serra do CAAT

Por Aldo D. Toledo Fusco
No dia 31 de Agosto de 2014, o clube de Autos Antigos de Taubaté  -  CAAT, realizou o 4º CAAT on the Road - 100 milhas na serra.
É uma prova de 168 km com 4 horas de duração por estradas vicinais da Serra da Mantiqueira. Este ano a largada foi em Tremembé, passando por Pindamonhangaba, Santo Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, Campos do Jordão e finalizando em Taubaté, no Estado de São Paulo.
Tivemos a participação de 8 Pumas que concluíram a prova sem nenhum problema, inclusive um GTS chegou em 5º lugar entre os 49 que largaram. 
Fica o convite para todos participarem no ano que vem, no dia 23 de agosto.
A seguir as imagens das feras participando. As primeiras são da largada, em seguida na zona rural e as últimas da chegada. 


















quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Puma 50 anos - Flashs da História Puma

Linha de Montagem do Puma GT (DKW)

Hoje, 2 de outubro de 2014 comemoramos os 50 anos de fundação da Puma Veículos e Motores, a maior e mais completa fabricante brasileira de veículos automores.
Para isso preparei esses flashs dos acontecimentos ao longo dos anos de sua existência, os mais relevantes e sem contar a rica história da Puma nas pistas de competições.

1964 –  Nasce a idéia e a base do protótipo. Em 2 de outubro de 1964 é fundada a Lumimari.
1965 –  Inicia a produção do GT Malzoni.
1966 – A Lumimari muda de nome para Puma Veículos e Motores Ltda. e é apresentado no Salão do Automóvel o Puma GT.
1967 – Começa e termina a produção do Puma GT com mecânica DKW, que ganha o Troféu Quatro Rodas de melhor designer nacional. Inicia-se o projeto do Puma GT 1500.
1968 – O Puma GT 1500 é apresentado em maio daquele ano e entra em produção.
1969 – Em junho é atingida a marca histórica das 300 unidades produzidas em 1 ano de produção do modelo GT 1500, que viajou à Europa para apresentação em diversos países, percorrendo 25.500 km entre 9 países. A Puma projeta e fabrica em tempo recorde, um modelo esporte exclusivo para a revista Quatro Rodas, o Puma GT 4R. Apenas cinco unidades foram construídas.
1970 – Nasce o Puma GTE 1600 que participa de uma exposição em Nova York. É apresentado o Puma conversível no Salão do Automóvel. A Puma adota o novo chassi de Karmann Ghia com suspensão dianteira por pivô, eixo mais robusto, bitola mais larga, freios a disco na dianteira e rodas de 4 parafusos.
1971 – Começa a produção do Puma GTE Spider e a Puma fecha um contrato com a empresa Heliogás para a fabricação de 400 cabines especiais para caminhão em dois anos, nascendo assim o caminhão Puma. A Puma apresenta o Puma Chevrolet, o modelo P-8. Em setembro de 1971 o Puma atinge a milésima unidade, após três anos de produção. A Puma ganha o I Rally da Integração Nacional (do norte ao extremo sul). O Puma GTE participa do 5‘ Rallye Internacional TAP, na Europa.
1972 – Os modelos Puma GTE e GTE Spider são exportados regularmente para a Suíça e outros países. No Salão do Automóvel a Puma apresenta os novos modelos coupê e conversível, além de mostrar o novo protótipo do Puma Chevrolet chamado de GTO. Adoção de novas injetoras de fibra de vidro para fabricação das carrocerias e máquinas de aplicação de Gel-Coat, idênticas ao da fabricação do Chevrolet Corvette. Com pouca divulgação é lançado o modelo GTE Rally, com o intuito da homologação do modelo para competições em rallys.
1973 – O Puma GTE com nova carroceria e interior totalmente novo começa a ser produzido. O GTE Spider passa a se chamar GTS, também recebendo as mesmas alterações do coupê. O Puma GTO muda de nome para GTB e é apresentado no Salão de Bruxelas com pequenas alterações em relação ao GTO.  A Puma licencia a empresa sul africana Bromer Motor Assemblies para a fabricação do modelo GTE. Para isso a fabrica brasileira fez a adaptação da carroceria para a utilização do chassi do VW Sedan, o único modelo existente naquele país. Os modelos Puma são um sucesso no Salão de Amsterdam.
1974 – O sonho do veículo urbano é apresentado no Salão do Automóvel: o Mini-Puma, com suspensões, chassi e motor Puma. Inicia-se a produção do Puma GTB.
1975 – A Puma concentra-se no aumento da produção dos veículos e do novo produto para o ano seguinte. A razão social muda para Puma Veículos e Motores S.A., abrindo seu capital na bolsa de valores. O projeto do veículo urbano é engavetado por falta de financiamento.
1976 – Em março é apresentado o novo Puma, com novo chassi (do VW Brasília) e novo carroceria para os modelos GTE e GTS. A razão social muda novamente, agora para Puma Indústria de Veículos S.A. e a produção aumenta gradativamente.
1978 – Os modelos são alterados em certos detalhes para aumentar a produção e melhorar o produto, visando o mercado externo.
1979 – É apresentado o novo modelo GTB da Série 2, o Puma GTB S2 o veículo mais luxuoso do Brasil na época. O Puma GTB convive a mesma linha de produção do S2 somente no começo do ano e depois é encerrada sua produção. É apresentado o novo caminhão Puma 4.T, para 4.000 kg, atendendo o uso urbano nas pequenas entregas.
1980 – No segundo semestre, um facelift nos modelos GTE e GTS são realizados para atualização dos produtos. Seus nomes são alterados: GTe passou a ser GTI e GTS para GTC. Novos contratos para exportação são realizados. Um modelo diferenciado foi desenvolvido pelo concessionário MM para atender seus exigentes clientes e o mercado japonês. Baseado no GTI e GTC , o modelo Export era fabricado na Puma com exclusividade para a MM no mercado brasileiro. É lançado o primeiro micro ônibus a álcool, fabricado pela Puma com base no caminhão 4.T e carroceria Caio. Começam os testes do projeto P-016, com mecânica central refrigerada a água e chassi próprio. São exportados 150 veículos entre GTI e GTC para o Estados Unidos e não são aceitos devido a mudança da legislação americana e retornam ao Brasil. A Puma participa do Rally Trans Chaco no Paraguay com dois modelos GTI.
1981 – Lançado o Puma P-018 com desenho inovador, mas mantendo a mesma mecânica. A Puma participa do projeto da Copel, o caminhão Elétron movido a eletricidade. Uma grande enchente na fabrica abala a empresa.
1982 – O sonho continua, a Puma tenta fechar um acordo com os japoneses da Daihatsu para fabricação do veículo urbano, baseado no Cuore da japonesa. Mas o governo não deu o aval para o contrato. É engavetado o projeto do Puma P-016 depois de dois anos de exaustivos testes.
1984 – É encerrada a produção na Avenida Presidente Wilson, no Ipiranga, em São Paulo-SP.
1985 – Algumas unidades do modelo P-018 são produzidas no galpão do bairro paulistano da Lapa e outras nas instalações da fabrica em Capivari-SP, onde seria a futura fabrica.
É lançado o Puma P-018 Conversível com diferenças nos faróis e lanternas traseiras, em relação ao modelo coupê.
1986 – A empresa é vendida a um grupo paranaense que funda a Araucária S.A. e muda a fabrica para Curitiba-PR.
1987 – A produção da Araucária é iniciada com o modelo GTB S2 ASA (de Araucária S.A.). Produz os modelos GTI e GTC na forma de Kit, onde o comprador levava a mecânica usada que era revisada e montada em carroceria nova. A empresa não conseguia comprar a mecânica zero km da VW por causa da dívida com a montadora alemã, que ainda não tinha sido paga.
A empresa trabalha nos modelos baseados nos P-018 e P-018 conversível para fabricar um modelo exclusivo para exportação, chamado de Al Fassi, que acabou ficando apenas nos protótipos.
1988 – Araucária é comprada pelo Grupo Alfa Metais  e licencia a Alfa Metais Veículos para a fabricação dos modelos Puma. É lançado o Puma AMV baseado do GTB S2; AM1 baseado no P-018 e AM2 baseado no modelo conversível com mecânica a ar. A Alfa Metais paga a dívida com a VW e volta a receber motores e chassi.
1989 – A Alfa Metais lança o Puma AM3 Coupê e AM4 Conversível com mecânica refrigerada a água, mas continua com chassi de Fusca e um sub-chassi para aclopamento do motor AP. O caminhão 4.T continua sendo fabricado.
1992 – O caminhão muda e agora é chamado de 914.
1994 – Encerrada a produção dos veículos esportivos. A produção dos caminhões e ônibus permanecem com novos modelos CB 7900 e CD 7900.
1999 – É encerrada as atividades da empresa com mais de 23 mil veículos produzidos ao  longo de 35 anos.




Galeria do Rinaldi - GTE dourado