sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lindoienses (7)

Completando a publicação de Águas de Lindóia 2010, mais clássicos de maior destaque, como o Fórmula Fuerza Bruta, monoposto Ford de 1948, pertencente ao jovem colecionador, o mesmo do Tatraplan T87. Os dois receberam Prêmio Destaque em suas categorias.
Os tracidicionais "calhambeques" de diversas marcas e modelos.
O Buick 1931.
Esqueci de anotar o nome, um mini veículo alemão do pós-guerra, como todos, muito curioso em todos os detalhes. Talvez meu amigo Mário Estivalét possa me ajudar (veja nos comentários).
Os tradicionais americanos dos anos 50.
Diferente esse Bel-air 1951 enferrujado, mas todo original.
Um raro exemplar do Edsel Ranger 1958.
O lindo Dogde Custom Royal 1957 conversível.
Alguns maravilhosos Thunderbird.
Outro raro Nash Rambler 1957 Sedan.
Esse modelo é com vocês, quem sabe?
O Austin Healy MK3 3000.
Alguns imponentes Rolls Royce e Bentley...
...Esse Bentley branco tinha pouca quilometragem original.
Cadillac conversível 1962.
Chevrolet Caprice 1966...
... Que foi do meu amigo Sylvio Fujioka, que participou do grupo de jurados na área Nacional em fibra.
Um exótico Buick Riviera.
E um singular americano da década de 60, o Corvair com motor traseiro.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Lindoienses (6) Nacionais em fiberglass

Os Nacionais em fibra de vidro, o grupo do qual faço parte do jurado, não deu muito trabalho para nós, mas foi um deleite ver um exemplar tão raro como o FNM Onça, projetado por Rino Malzoni, carroceria de fibra de vidro construída pela Lumimari em Matão-SP e instalada a mecânica e o acabamento interno pela FNM - Fabrica Nacional de Motores. O Onça da amostra é do mesmo proprietário desde zero km e foi restaurado pelo Ricardo Oppi de São Paulo. Integro e muito bem restaurado, ainda conta com os pneus originais na medida de aro 15,75.
Lanternas dianteiras exclusivas do modelo, feitas artesanalmente por Malzoni, assim como para-choques e muitos outros detalhes.
As lanternas traseiras eram do caminhão FNM e as maçanetas do Fissore.
Painel exclusivo, instrumentos do FNM 2000 e volante Walrod.
Os bancos originais nunca foram restaurados.
E um detalhe charmoso, o autofalante no centro do encosto traseiro.
A bateria, para equilíbrio de peso ficava na traseira, no porta-malas.
O motor Alfa-Romeo, vinha especialmente da Itália para o veículo. Interessante o reservatório de água (bolsa verde), do FNM 2000, que também foi utilizado nos Puma até 1972.
A plaqueta de identificação original.
No final cada grupo (são sete no total da área de veículos nacionais) escolhem os vinte premiados e mais um que será o THE BEST NACIONAL. E nossa escolha para o The Best foi o FNM Onça, plenamente acatado por todos os outros grupos. Uma raridade ímpar, porque foram fabricados apenas cinco FNM Onça completos e mais duas carrocerias, desses apenas três sobrevivem.
Apesar de não terem muitos Puma, um agradou bastante e recebeu o Prêmio Destaque, que escolhemos dentre todos os veículos de fibra inscritos, como dois MP Lafer, um Miura e um Malzoni GT.
O Puma GTE Spyder 1971 do meu amigo Carmelo foi o premiado, apresentando alto teor de originalidade.
Outro concorrente, o Puma GTS 1977 do meu amigo Marcos Homem de Goiás. Todo ano presente, o Puminha verde sempre chamando atenção por sua cor singular.
O Puma GTS 1980 da sócia da SFAA estava na luta por um troféu, só que em Lindóia, é sempre acirrada.
Marcando presença um Puma preparado para corridas e GTS modificado.
O Malzoni GT estava muito bem restaurado e bem original, com excessão das rodas, que em concurso, qualquer detalhe pode ser um item de desempate.
Participaram da comissão julgadora, eu; Geronço do ES; Sylvio do Puma Clube em substituição ao Galende da Bahia, que passou mal na noite anterior e não pode comparecer.

Lindoienses (5)

Os esportivos do final da década de 50, década de 60 e 70 uma presença marcante todos os anos. Todos sempre muito bonitos e impecáveis. Os americanos representados pelos Ford Mustang...
... E os carismáticos Corvette, de diversos anos, cores e modelos.As famosas Mercedes "pagoda", com duas capotas a de lona...
...E a rígida. Aliás o apelido pagoda se deve ao fato do teto rígido ser mais baixo no centro, aumentando nas pontas, para facilitar o acesso dos ocupantes, lembrando as Pagodas Japonesas, onde seus telhados eram com tesoura invertida, aumentando a inclinação nas pontas.
Jaguar amarelo e um tipo de Peugeot, não sei qual, mas tem o emblema do leão.
Maserati.
De Tomaso Pantera.
Lamborghini.
Ferrari.
E os Porsche, começando por um 1967.